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Maio Vermelho – Como se prevenir contra a Hepatite?

A Hepatite é um problema de saúde pública muito grave no Brasil e no mundo. É uma doença que atinge milhares de pessoas, contudo muitas ainda não sabem quais são os seus sintomas, causas, meios de transmissão, métodos de prevenção e tratamento. Por isso, fizemos esse artigo para que você saiba tudo o que precisa sobre a Hepatite e possa se prevenir.

 

O que é a Hepatite?

A Hepatite é uma infecção que inflama o fígado, causando leves, moderadas e até mesmo graves alterações no órgão. Causada por vírus e/ou uso de determinadas substâncias em excesso, essa doença começa a atuar no organismo poucos dias após o contato da pessoa com o vírus.

Contudo, na maioria das vezes se apresenta de forma silenciosa, ou seja, sem a presença de sintomas visíveis, por isso existem muitos casos em que os infectados demoram para perceber a doença.

Quando a Hepatite se manifesta é comum que apresente sintomas como: cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos, urina escura, fezes claras, cansaço, febre, tontura, mal-estar, enjoos, vômitos e dores abdominais.

Existem diversos tipos de Hepatite no mundo, porém os tipos mais comuns no Brasil são as Hepatites A, B e C. Claro, ainda assim, mesmo raros, existem casos dos outros tipos, como a D e a E, no país.

 

A importância da campanha Maio Vermelho

A campanha Maio Vermelho foi criada com o objetivo de alertar toda a população, sobre os perigos que a Hepatite pode trazer a vida e conscientizar sobre a importância da sua prevenção.

Por ser uma doença muitas vezes silenciosa, apresentando sintomas apenas quando alcança um estágio avançado, o diagnóstico precoce é o maior aliado no combate da Hepatite.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 500 mil pessoas convivem com o vírus da Hepatite C e ainda não tem conhecimento disso. Mas o levantamento também mostra que houve uma redução de 7% no número de casos notificados no país.

 

O desenvolvimento da Hepatite no organismo

Frequentemente as Hepatites dos tipos B e C se tornam doenças crônicas por não apresentarem sintomas, assim grande parte dos infectados não sabem que estão contaminados e passam anos sem o devido diagnóstico e consequentemente tratamento, permitindo com que a doença evolua por anos e até mesmo décadas em seu corpo.

Conforme avança, a infecção compromete muito o funcionamento do fígado, causando fibrose avançada ou cirrose, que podem causar o desenvolvimento de câncer, necessitando em casos mais graves, até mesmo o transplante do órgão.

Estima-se que esses dois tipos de Hepatites causem anualmente 1,4 milhões de mortes em todo o mundo, tanto por infecção aguda, câncer hepático ou cirrose associada as Hepatites.

 

Quais são os principais sintomas da Hepatite?

Como citamos acima, existem diversos tipos de Hepatite, por isso os sintomas podem variar de acordo com o tipo de vírus pelo qual a pessoa foi infectada.

Os sintomas geralmente se apresentem na fase aguda da doença, causando:

·      Dores de cabeça;

·      Dores e inchaços abdominais;

·      Mal-estar;

·      Cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos;

·      Urina escura;

·      Fezes claras;

·      Enjoos;

·      Vômitos;

·      Emagrecimento repentino sem causa específica.

 

A Hepatite do tipo B, como já citamos, não costuma apresentar sintomas, evoluindo lentamente e silenciosamente pelo organismo.

Nos poucos casos em que esse tipo de Hepatite apresenta sintomas nos infectados, estes são:

·      Febre alta;

·      Cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos;

·      Mal-estar recorrente;

·      Falta de apetite.

Na grande maioria dos casos, o paciente infectado com Hepatite B, quando diagnosticado, pode ser curado. Diferente dos pacientes com Hepatite tipo C, que devem percorrer uma longa caminhada no tratamento da doença.

 

Quais são as causas da Hepatite?

A Hepatite pode ser causada por:

·      Infecção com o Vírus das Hepatites A, B, C, D, E ou G;

·      Infecção com bactérias ou parasitas causadores da Hepatite;

·      Uso excessivo e não controlado de determinados medicamentos;

·      Consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Além disso, a Hepatite pode ser causada em pessoas que possuem algumas doenças específicas como: Lúpus, Fibrose Cística, Anemia Hemolítica e doenças inflamatórias intestinais.

 

Como a Hepatite é transmitida?

A Hepatite pode ser transmitida de diversas formas, as mais comuns são:

·      Contato com sangue contaminado;

·      Contato com urina ou fezes de alguém contaminado;

·      Beber água ou consumir alimentos contaminados por fezes;

·      Compartilhar seringas;

·      Ter relações sexuais sem o uso de preservativos;

·      Transfusão de sangue;

·      De mãe para filho através do parto normal;

Algumas dessas formas de transmissão das Hepatites eram mais comuns antigamente, quando a medicina não contava com tantas tecnologias e exames diferenciados. Este é caso das duas últimas da lista: Transfusão de sangue; de mãe para filho através do parto normal. Também é possível que a doença seja desenvolvida em gestantes que não seguem o pré-natal corretamente.

 

Quais são os métodos de prevenção da Hepatite?

A Hepatite é uma doença séria e todos os tipos podem causar consequências drásticas, por isso é essencial tomar os devidos cuidados para se prevenir.

Para te ajudar, listamos quais são os principais métodos de prevenção das Hepatites A, B e C. Confira.

 

Métodos de prevenção da Hepatite A

Como citamos acima, uma das formas de transmissão da Hepatite A é através da ingestão de bebidas e alimentos contaminados pelo vírus. É comum que áreas que não possuam saneamento básico sejam altamente afetadas pela doença, uma vez que as fezes podem contaminar rios e até mesmo plantações das quais são retirados os alimentos de famílias.

Os principais métodos de prevenção da Hepatite A são:

·      Tomar a vacina contra a Hepatite A;

·      Adotar bons hábitos de higiene, como por exemplo, sempre lavar as mãos antes de comer;

·      Beber água potável;

·      Evitar o consumo de alimentos crus;

·      Higienizar os alimentos corretamente antes do consumo;

·      Optar por alimentos cozidos, uma vez que, dessa forma os vírus são eliminados;

·      Evitar o consumo e ingestão de bebidas e alimentos preparados em más condições de higiene.

 

Métodos de prevenção das Hepatites B e C

As Hepatites do tipo B e C podem ser transmitidas através do contato com sangue ou secreções de pessoas infectadas por um dos dois vírus.

Os principais métodos de prevenção das Hepatite B e C são:

·      Tomar a vacina da Hepatite B;

·      Usar preservativo em todas as relações sexuais;

·      Não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear, objetos de manicure, etc;

·      Utilizar luvas descartáveis ao tratar as feridas ou socorrer alguém em situações onde há sangramento;

·      Exigir material descartável novo ao realizar procedimentos, como tatuagens, piercings, brincos, acupuntura, etc.

 

Importante:

Como o tipo C ainda não possui vacina, a melhor forma de prevenção mesmo é evitar o contato com o sangue contaminado. A Hepatite tipo C tem cura em mais de 90% dos casos quando o tratamento é seguido corretamente. 

E quanto a Hepatite D, é um tipo que está ligada com a infecção e inflamação de tecidos do fígado a partir do vírus B, assim tomar a vacina contra a Hepatite B é uma forma de prevenção mais adequada.

As vacinas para os tipos A e B podem ser tomadas isoladas ou inclusive podem ser combinadas.

 

Como é diagnosticada a Hepatite?

A Hepatite pode ser diagnosticada através da observação do paciente infectado e por meio de exames sorológicos de sangue. Alguns dos mais utilizados para isso, são:

 

1 – Hepatograma

Consiste em uma série de exames de sangue, capaz de definir qual o grau de inflamação do fígado, através de marcadores da função hepática, como bilirrubinas, fosfatase alcalina, aminotransferases, albumina e tempo de protrombina. Todas essas substâncias analisadas são capazes de identificar o estado de funcionamento do fígado.

 

2 – ALT

O teste de ALT tem como objetivo detectar lesões hepáticas. Nesse exame, é possível identificar a dosagem da atividade da enzima alanina aminotransferase (ALT). Esses valores são comparados aos de outras enzimas, como a fosfatase alcalina (ALP) e aspartato aminotransferase (AST). Através dessa comparação é possível identificar que tipo de doença hepática está presente no organismo.

 

3 – AST

O teste de AST, funciona da mesma forma que o ALT. Neste é possível identificar a dosagem da atividade da enzima aspartato-aminotransferase (AST). Esses valores são comparados aos de outras enzimas, como a fosfatase alcalina (ALP) e alanina aminotransferase (ALT). Através dessa comparação é possível identificar que tipo de doença hepática está presente no organismo.

 

4 – Bilirrubina

Nesse exame, é realizada a dosagem da bilirrubina (substância produzida quando o fígado decompõe glóbulos vermelhos velhos). A partir desses valores é possível avaliar o excesso desse componente no sangue, avaliando assim o funcionamento do fígado.

 

Ainda existem diversos outros exames que podem ser realizados para a identificação da Hepatite. O médico por exemplo, pode solicitar uma ultrassonografia para avaliar aspectos do fígado, como: tamanho, obstrução ou se há presença de tumores no órgão.

 

Como é o tratamento da Hepatite?

Normalmente a Hepatite é tratada através de muito repouso, hidratação e com uma alimentação saudável e equilibrada. Contudo, em alguns casos específicos, o médico pode prescrever alguns tipos de medicamentos.

Em casos nos quais é necessário o uso de medicamentos no tratamento da Hepatite, é comum que os pacientes sintam efeitos colaterais causados pelos remédios, como:

·      Febre;

·      Dores de cabeça;

·      Insônia;

·      Alta irritabilidade.

Esses efeitos, muitas vezes fazem com que pacientes abandonem o tratamento da doença, comprometendo ainda mais o caso. Entretanto, mesmo com todos os incômodos causados pelos medicamentos, com o decorrer do tratamento eles acabam diminuindo. Outros medicamentos também podem ser utilizados para amenizar esses efeitos, como analgésicos, antidepressivos e/ou anti-inflamatórios.

 

A Hepatite é uma doença séria, que em casos nos quais o infectado não é devidamente tratado pode levar a morte. Cuide-se, adote todas os métodos de prevenção no seu dia a dia e poupe você e as pessoas ao seu redor de se infectarem com essa perigosa doença.

Quer fazer exames com segurança e eficácia? Conte com o Laboratório Exame. Agende ligando pelo telefone (18) 3622-0011 ou através do WhatsApp (18) 98119-3963.

 

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Outubro Rosa – Prevenção e Cuidado

O período da campanha de conscientização e combate ao Câncer de Mama faz Outubro ser um mês de luta, aliás uma luta rosa.

A doença é o tipo de Câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, atingindo apenas 1% dos homens. 

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Câncer de Mama corresponde a 25% dos novos casos de Câncer e possui maior índice de mortalidade.

Por isso, a prevenção e o cuidado são essenciais, visando reduzir ou até mesmo evitar novos casos. 

Continue a leitura e confira mais sobre esse assunto de saúde tão importante!

O Câncer de Mama


O Câncer de Mama ocorre quando há um desenvolvimento anormal das células da mama, as quais se multiplicam repetidamente até formarem um tumor.

Segundo o INCA os sintomas mais comuns são:

  • Nódulo – caroço ou espessamento na mama;
  • Pele da mama avermelhada, retraída e semelhante a da casca de laranja;
  • Alterações no tamanho ou forma da mama;
  • Alterações no aspecto do mamilo;
  • Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço;
  • Saída de secreção anormal pelo mamilo;
  • Sensibilidade ou inversão do mamilo.

A causa da doença possui vários fatores de risco, que comprometem a saúde de forma geral e podem gerar o tumor, tais como:

  • Obesidade e sobrepeso;
  • Sedentarismo;
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Tabagismo;
  • Exposição frequente às radiações ionizantes (Raio -X);
  • Gênero – feminino;
  • Primeira menstruação antes dos 12 anos;
  • Mamas densas- apresenta 2 vezes mais risco de desenvolver;
  • Não ter tido filhos;
  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Não ter amamentado;
  • Idade - de cada 5 casos, 4 ocorrem após os 50 anos;
  • Menopausa após os 55 anos;
  • Uso de contraceptivos hormonais;
  • Reposição hormonal pós-menopausa;
  • Histórico familiar de Câncer de Mama;
  • Alteração genética nos genes BRCA1 E BRCA2.

Quanto a incidência da doença, acontece mais conforme a faixa etária:

 Abaixo dos 40 anos – a ocorrência da doença é menor, assim como a mortalidade. Ex: de cada 100 mil mulheres há menos de 10 óbitos;

 40 anos – aumentam as chances de ocorrer a doença;

A partir dos 60 anos – o risco de ocorrer a doença aumenta bastante, é 10 vezes maior.

Então diante desses fatos, a conscientização e prevenção se fazem ainda mais necessárias, seja através da informação, orientação e bons hábitos, que podem ajudar a levar uma vida mais saudável, também ficar atento aos sinais e até evitar mais casos da doença ou mesmo auxiliar a iniciar o tratamento logo no início, garantindo maiores chances de cura.

Prevenção e Diagnóstico Precoce


A prevenção ao Câncer de Mama é capaz de reduzir os riscos da doença se desenvolver no organismo, além de ajudar no tratamento e recuperação dos casos já diagnosticados. Inclusive a prevenção pode ajudar no diagnóstico precoce e isso é capaz de salvar muitas vidas.

De acordo com o INCA ao adotar hábitos saudáveis, é possível reduzir em 30% os riscos de ter a doença. Tais como:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Manter uma alimentação saudável;
  • Não fumar;
  • Ter o peso corporal adequado;
  • Não ingerir bebidas alcoólicas;
  • Evitar uso de hormônios sintéticos em altas doses;
  • Autoexame;
  • Mamografia;
  • Consultas periódicas ao médico;
  • Manter exames em dia – Check-up;
  • Amamentar - diminui em 4.3% a chance de as mamães desenvolverem um tumor.

Ou seja, realmente é melhor prevenir, do que remediar, além disso levar uma vida saudável resulta em mais qualidade de vida e um sistema imunológico fortalecido. 

Uma das formas de prevenção mais comentadas, é o Autoexame, que é uma forma de autoconhecimento do corpo e que através dele, cerca de 90% das mulheres conseguem notar o nódulo. Fato esse, que ajuda muito para o diagnóstico precoce, principalmente pelo fato de o tumor geralmente se manifestar de forma indolor.

O Autoexame é um dos primeiros passos de prevenção, pois ao notar algo diferente ou mesmo um simples carocinho é importante buscar ajuda médica. Há então o Exame Clínico em que o médico verifica a presença ou não do tumor e dependendo da idade da mulher indica para que seja realizada a Mamografia.

Mamografia: Exame radiológico (raio-x) realizado nas mamas através do aparelho mamógrafo, que comprime a mama e gera imagens de qualidade, capazes de apontar a existência de sinais precoces do Câncer de Mama.

Além da Mamografia existem ainda outros exames que detectam o Câncer, como a Ultrassonografia a Ressonância Magnética e a Mamografia Digital.

O foco da Campanha Outubro Rosa é a conscientização e prevenção ao Câncer de Mama, estimulando o Autoexame, as consultas médicas regulares, a realização da Mamografia para alguns casos e claro o cuidado com a saúde e o bem-estar.

A Campanha Outubro Rosa


A Campanha Outubro Rosa originou-se nos Estados Unidos, inspirada nas ações realizadas pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, que foi criada em homenagem à Susan, vítima do Câncer de Mama. A Instituição se dedicou em realizar ações e arrecadar fundos para a pesquisa no combate da doença. Então no final da década de 90 surgiu o movimento que ganhou o mundo, tornando-se uma luta internacional de prevenção ao Câncer de Mama.

O objetivo da campanha é a divulgação de informações sobre o câncer de mama, destacando as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico precoce e rastreamento da doença.

Outubro foi o mês escolhido para a campanha acontecer, mas as ações continuam ao longo do ano, o que acontece é que elas se concentram mais neste mês. No Brasil inclusive foi sancionada pela Presidência da República a Lei nº 13.733, de novembro de 2018, que dispõe sobre as atividades da Campanha Outubro Rosa.

O Outubro Rosa é uma forma de conscientização e de apoio, leva a informação e guia para a prevenção. E um dos bons motivos da prevenção, é que quando o tumor é detectado logo no início as chances de cura chegam a 95%, ou seja, é o cuidado e tratamento precoce que ajuda a salvar vidas.

Então, mantenha uma rotina de vida mais saudável, faça um Check-up pelo menos uma vez ao ano, com consultas médicas preventivas.

Aproveite e confira a cartilha atualizada disponibilizada pelo Ministério da Saúde, falando tudo sobre o  Câncer de Mama.

Laboratório Exame


Você pode contar com o Laboratório Exame para realizar seu Check-up completo com toda confiança e segurança. Exames realizados por uma equipe de profissionais capacitados, com eficiência, precisão e rapidez nos resultados.

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Exame de urina e fezes – quando fazer e para o que servem?

Muitos ficam desconfortáveis ao falar sobre o assunto, mas a coleta de urina e de fezes é primordial para o diagnóstico de diversos problemas que podem estar afetando o nosso organismo. Por isso, preparamos esse artigo para você descobrir quando fazer e para o que servem os exames de urina e fezes, além de outros detalhes. Continue a leitura e saiba mais.

Para o que serve o exame de urina?

Chamado de Urina tipo 1 e EAS (Elementos Anormais do Sedimento), o exame de urina é geralmente solicitado para que sejam identificadas quaisquer alterações no sistema urinário e renal.

Com ele é possível diagnosticar problemas nos rins ou no trato urinário, além de tipos variados de anemias e diabetes.

Além disso, existem outros exames como o de Urina de 24 horas e o exame de Urocultura, é útil para identificar a presença de bactérias e fungos na urina, que podem estar causando alterações e prejuízos ao organismo. 

A Urocultura, pode ser útil também para gestantes, pois pode confirmar a pré-eclâmpsia, a hipertensão típica durante a gravidez. 

Para o que serve o exame de fezes?

O exame de fezes assim como o de urina, pode ser utilizado para que sejam descobertas diversas anomalias que possam estar afetando negativamente o organismo, principalmente quando o paciente apresenta sintomas relacionados a vermes, como diarreia, dores abdominais, presença de sangue nas fezes e mais.

Com ele é possível avaliar a função digestiva, além de identificar e entender melhor causas de dores no estômago, hemorragias intestinais, diarreia em crianças, tumores e outros males intestinais e claro, possíveis parasitas instalados no organismo, como os já citados vermes, lombrigas e mais.

Como é realizado o exame de urina?

A coleta de amostra para a realização do exame de urina, não requer a necessidade de jejum pelo paciente e pode ser feita em casa ou no laboratório. Caso opte por realizar em casa fique atento, pois a amostra deve ser entregue ao laboratório em até 2 horas para que a análise possa ser feita com eficácia.

Antes de realizar a coleta, higienize as partes íntimas com água e sabão para que evite contaminações no material, depois disso urine no recipiente entregue pelo laboratório. Recomenda-se que seja coletada a primeira urina da manhã, mas rejeitando o primeiro jato. 

Como é realizado o exame de fezes?

A coleta de amostra para a realização do exame de fezes, deve ser feita com muito cuidado para que sejam evitadas contaminações, sejam pelo contato com urina ou água do vaso sanitário. 

Recomenda-se que o paciente evacue em um penico ou folha de papel branco colocada no chão do banheiro. Depois, com a pazinha entregue pelo laboratório, colete um pouco das fezes e guarde dentro do recipiente também entregue pelo laboratório. Após coletada, a amostra deve ser guardada na geladeira por 24 horas e então entregue para análise. 

Alguns laboratórios podem solicitar de duas a três coletas em dias diferentes, para que a análise seja mais precisa. 

O material é submetido a testes para inspecionar aparência, composição e consistência. 

Como são obtidos os resultados?

A análise se dá através da busca por substâncias estranhas que não deveriam estar presentes nas amostras coletadas. 

Na urina, por exemplo, não deve ter a presença de glicose em excesso, proteínas ou corpos cetônicos, pois estes indicam diabetes e doenças renais. 

Já nas fezes, por exemplo, não deve ter a presença de hemoglobina humana ou ovos de larvas e parasitas diversos. 

 

De quanto em quanto tempo devem ser realizados?

Essa é uma dúvida muito comum, mas normalmente tanto o exame de urina, quanto o de fezes, são solicitados de acordo com as necessidades médicas específicas. Ou seja, você deve realizar esse tipo de exame quando recomendado pelo seu médico em uma consulta. 

O exame de urina por exemplo, faz parte dos exames presentes em um Check-up. Enquanto o de fezes é realizado para identificar precocemente o câncer colorretal em indivíduos acima dos 40 anos ou com histórico familiar. 

Onde fazer exame de urina ou fezes em Araçatuba?

Você pode realizar o exame de urina ou fezes com eficácia, confiança e segurança no Laboratório Exame. Contamos com uma equipe capacitada para te orientar adequadamente, além de biomédicos especializados em diversas áreas, aptos a realizar análises com muita precisão. 

Precisa fazer o exame de urina ou fezes em Araçatuba? Clique aqui e agende agora seus exames. 



Saiba qual a importância de realizar um Check-up pós-COVID

A pandemia da COVID-19 assolou o mundo todo e infelizmente infectou milhões de pessoas. Felizmente muitos se recuperaram da doença, mas os médicos aconselham que pós-COVID seja realizado um Check-up, pois mesmo após a eliminação do vírus no organismo, a doença pode causar sequelas e afetar órgãos e sistemas importantes para a saúde. 

Continue a leitura e descubra a importância de realizar um Check-up pós-COVID e que tipos de exame fazer. 

O que é um Check-up?

O Check-up nada mais é, do que uma avaliação médica de rotina, na qual são realizados exames específicos, levando em consideração diversas características pessoais do paciente, como sua idade, sexo, histórico familiar, etc.

Por que fazer um Check-up depois de contrair COVID-19? 

A COVID-19 é uma doença sistêmica, ou seja, que pode impactar todo o organismo humano, causando uma série de problemas, como processos inflamatórios, que assim como qualquer outra doença devem ser avaliados com agilidade e acompanhados por um especialista para que sejam identificadas possíveis sequelas e iniciados os tratamentos adequados rapidamente, caso sejam necessários. 

É necessário realizar o Check-up mesmo tendo um quadro leve de COVID-19? 

A COVID-19 pode se manifestar com diferentes intensidades em cada indivíduo, causando sintomas variados. Contudo, mesmo aqueles que tiveram casos leves da doença podem apresentar sequelas, que afetam partes variadas do organismo, causando: 

  • Fadiga;
  • Dor de cabeça;
  • Dores no peito;
  • Arritmia cardíaca;
  • Déficit de memória;
  • Perdas de olfato e paladar.

Por isso independente da intensidade da infecção, recomenda-se que todos os pacientes façam um exame após a infecção com a COVID-19. 

Como proceder em casos moderados ou graves de COVID-19?

Nesses casos, principalmente naqueles em que é necessária a internação ou até mesmo intubação do paciente, o Check-up após a infecção se faz ainda mais necessário e importante para a manutenção da saúde. 

Em muitos desses quadros, os pacientes desenvolvem algum tipo de comprometimento respiratório, cardíaco ou renal. Além disso, pode acontecer casos de descompensação de doenças crônicas já presentes no organismo, como a diabetes e hipertensão. 

Como é o Check-up pós-COVID?

Tudo depende do seu quadro de COVID-19 e também o médico responsável. Mas na maioria dos casos, é solicitado um Check-up completo e depois de avaliados os resultados, o paciente é encaminhado para outro especialista, de acordo com as necessidades de tratamento e os sintomas apresentados pelo indivíduo.  

Quais exames são necessários em um Check-up?

Diversos exames podem ser realizados em Check-ups, isso vai depender de cada organismo, das necessidades que o médico identificar, além das sequelas apresentadas pelo paciente. Contudo os mais comuns de serem solicitados nesses casos são:

  • Exames para analisar a saúde pulmonar - tomografia de tórax e prova de função pulmonar (ou espirometria).
  • Exames para analisar a saúde cardiovascular - eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico.
  • Exames para analisar a saúde neurológica - ressonância magnética do encéfalo, tomografia computadorizada encefálica, além de testes motores e cognitivos.

Além disso, exames para avaliar a situação geral do organismo como:

  • Colesterol e Glicemia – proporciona a análise da concentração de gorduras e açúcares presentes na circulação sanguínea;
  • Hemograma – avalia o estoque de células vermelhas e brancas no organismo através do exame de sangue;
  • Ultrassom – avalia a situação dos órgãos e tecidos do corpo.

Claro, esses não são os únicos exames solicitados em um Check-up, são apenas os mais comuns. Contudo, o seu médico irá avaliar o seu estado, as suas características e avaliar a necessidade de indicar e solicitar a realização de exames mais específicos ou até mesmo o encaminhamento para outro especialista.

Reforçamos que o Check-up cardiorrespiratório é um dos mais importantes de serem realizados, uma vez que o coração e os pulmões são os órgãos mais afetados pelas sequelas e consequências da COVID-19.

Onde fazer exames laboratoriais em Araçatuba? 

Se você contraiu COVID-19, independente da intensidade da infecção, procure um médico e realize um Check-up para manter a saúde em dia, prevenir futuros problemas e interferências em sua qualidade de vida. 

Se no Check-up seu médico solicitar exames laboratoriais, você pode contar com o Laboratório Exame. Aqui você realiza exames com segurança, confiança e eficácia, além de praticidade, afinal você pode agendar a coleta móvel. 

Para agendar o seu exame, basta clicar aqui. Gostou do nosso conteúdo? Acesse nosso blog e descubra muitos outros superinteressantes. Aproveite e acompanhe nossas redes sociais para mais dicas: Instagram: @labexamearacatuba e Facebook: www.facebook.com/examearacatuba