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Agosto Dourado - A importância do aleitamento materno

1° de agosto é o Dia Mundial da Amamentação, foi a partir dele que surgiu a Semana Mundial do Aleitamento Materno, celebrada dos dias 1 a 7 de agosto, que tem como objetivo reforçar a importância do leite materno para a saúde de crianças e mamães. No Brasil foi criado o Agosto Dourado para que essa mensagem seja reforçada durante todo o mês. Por isso, no artigo de hoje iremos falar sobre o Agosto Dourado e a importância do aleitamento materno, confira.

 

O que é agosto dourado?

O Agosto Dourado foi criado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base na celebração da Semana Mundial do Aleitamento Materno. O intuito do mês é o mesmo da semana, utilizar todos os dias de agosto para incentivar e estimular a amamentação, além de reforçar a importância e benefícios do aleitamento materno na vida dos bebês e suas mães.

A cor escolhida para representar a campanha foi dourado, que simboliza um “padrão ouro de qualidade”, ou seja, representa que o leite materno é um dos melhores e mais qualificados alimentos para uma criança.

A data possui um objetivo tão importante que foi sancionada uma lei federal para oficializar o mês de agosto como “Agosto Dourado”.

 

O que é o aleitamento materno?

O aleitamento materno é o ato de alimentar uma criança exclusivamente com o leite materno até os 6 meses de idade. Ou seja, até essa idade, o bebê não deve ingerir nenhum outro tipo de líquido ou alimento, nem que seja complementar. Ato recomendado inclusive pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Qual é a importância do aleitamento materno?

O leite materno é primeiro alimento de qualquer criança. Ele é crucial nos primeiros meses de vida, pois é através de seus benefícios que o corpo se desenvolve e é devidamente fortalecido.

O aleitamento materno, além de ser essencial para a nutrição do bebê, reduz em 13% a taxa de mortalidade de crianças até os 5 anos e previne diversos problemas como: diarreia, infecções respiratórias, diabetes, colesterol alto, hipertensão, alergias. Também ajuda no desenvolvimento da cavidade bucal do bebê e até mesmo colabora para o fortalecimento do vínculo afetivo com a mãe.

Outro ponto importante é que, diferente dos leites que são comercializados em diversos estabelecimentos comerciais, o leite materno possui anticorpos e glóbulos brancos que ajudam a prevenir infecções e doenças, além de claro, contar com todas as proteínas, vitaminas, açúcares, água e gordura necessárias para o desenvolvimento saudável de uma criança.

Esse ato é tão importante e necessário para o crescimento saudável do bebê que a Organização Mundial de Saúde (OMS), recomenda que nenhum pai alimente seu filho com nada que não seja o leite materno até os 6 meses de vida. A partir desse momento é recomendado que a criança consuma outros alimentos complementares, mas que a amamentação continue até os 2 anos de idade.

 

Benefícios da amamentação para os bebês

Acho que já deu para ver o como a amamentação é importante e o tanto de benefícios que ela proporciona, né? Mas para que você saiba mais ainda sobre tudo que ela pode fazer de bom na vida de um bebê, separamos os principais benefícios para você conferir.

·      Proporciona um vínculo afetivo maior com a mãe;

·      Melhora a digestão;

·      Minimiza cólicas;

·      Reduz o risco de doenças alérgicas;

·      Reduz o risco de desenvolver a doença de Crohn e Linfoma;

·      Estimula o desenvolvimento da arcada dentária;

·      Previne problemas na fala;

·      Ajuda a prevenir doenças contagiosas, como por exemplo a diarreia;

·      Ajuda no desenvolvimento da inteligência;

·      Auxilia no crescimento;

·      Claro, auxilia em uma dieta saudável com todos os nutrientes necessários.

 

Benefícios da amamentação para as mães

Muitas mães não sabem disso, mas a amamentação não traz benefícios apenas para as crianças, as mamães também ganham muito com a amamentação. Separamos os principais benefícios que a amamentação oferece para as mães, confira.

·      Proporciona um vínculo afetivo maior com a criança;

·      Ajuda a diminuir o sangramento no pós-parto;

·      Auxilia o útero a voltar ao tamanho normal de forma mais rápida;

·      Reduz as chances de desenvolvimento de câncer de mama, ovário e endométrio;

·      Minimiza as chances do desenvolvimento de osteoporose;

·      Previne contra doenças cardiovasculares, como o infarto;

·      Previne contra doenças como anemia;

·      Auxilia na diminuição da ansiedade;

·      Aumenta a segurança emocional;

·      Auxilia a perda de peso.

 

A amamentação, além de ser um momento mágico, é um dos mais importantes para a criação e o aumento do laço afetivo entre mãe e filho. Claro, ainda mais além, esse momento proporciona benefícios essenciais para a saúde dos dois. Por isso, o Agosto Dourado é um mês de extrema importância. Devemos conscientizar a todos sobre a importância do aleitamento materno na vida de mães e seus filhos.

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Maio Vermelho – Como se prevenir contra a Hepatite?

A Hepatite é um problema de saúde pública muito grave no Brasil e no mundo. É uma doença que atinge milhares de pessoas, contudo muitas ainda não sabem quais são os seus sintomas, causas, meios de transmissão, métodos de prevenção e tratamento. Por isso, fizemos esse artigo para que você saiba tudo o que precisa sobre a Hepatite e possa se prevenir.

 

O que é a Hepatite?

A Hepatite é uma infecção que inflama o fígado, causando leves, moderadas e até mesmo graves alterações no órgão. Causada por vírus e/ou uso de determinadas substâncias em excesso, essa doença começa a atuar no organismo poucos dias após o contato da pessoa com o vírus.

Contudo, na maioria das vezes se apresenta de forma silenciosa, ou seja, sem a presença de sintomas visíveis, por isso existem muitos casos em que os infectados demoram para perceber a doença.

Quando a Hepatite se manifesta é comum que apresente sintomas como: cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos, urina escura, fezes claras, cansaço, febre, tontura, mal-estar, enjoos, vômitos e dores abdominais.

Existem diversos tipos de Hepatite no mundo, porém os tipos mais comuns no Brasil são as Hepatites A, B e C. Claro, ainda assim, mesmo raros, existem casos dos outros tipos, como a D e a E, no país.

 

A importância da campanha Maio Vermelho

A campanha Maio Vermelho foi criada com o objetivo de alertar toda a população, sobre os perigos que a Hepatite pode trazer a vida e conscientizar sobre a importância da sua prevenção.

Por ser uma doença muitas vezes silenciosa, apresentando sintomas apenas quando alcança um estágio avançado, o diagnóstico precoce é o maior aliado no combate da Hepatite.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 500 mil pessoas convivem com o vírus da Hepatite C e ainda não tem conhecimento disso. Mas o levantamento também mostra que houve uma redução de 7% no número de casos notificados no país.

 

O desenvolvimento da Hepatite no organismo

Frequentemente as Hepatites dos tipos B e C se tornam doenças crônicas por não apresentarem sintomas, assim grande parte dos infectados não sabem que estão contaminados e passam anos sem o devido diagnóstico e consequentemente tratamento, permitindo com que a doença evolua por anos e até mesmo décadas em seu corpo.

Conforme avança, a infecção compromete muito o funcionamento do fígado, causando fibrose avançada ou cirrose, que podem causar o desenvolvimento de câncer, necessitando em casos mais graves, até mesmo o transplante do órgão.

Estima-se que esses dois tipos de Hepatites causem anualmente 1,4 milhões de mortes em todo o mundo, tanto por infecção aguda, câncer hepático ou cirrose associada as Hepatites.

 

Quais são os principais sintomas da Hepatite?

Como citamos acima, existem diversos tipos de Hepatite, por isso os sintomas podem variar de acordo com o tipo de vírus pelo qual a pessoa foi infectada.

Os sintomas geralmente se apresentem na fase aguda da doença, causando:

·      Dores de cabeça;

·      Dores e inchaços abdominais;

·      Mal-estar;

·      Cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos;

·      Urina escura;

·      Fezes claras;

·      Enjoos;

·      Vômitos;

·      Emagrecimento repentino sem causa específica.

 

A Hepatite do tipo B, como já citamos, não costuma apresentar sintomas, evoluindo lentamente e silenciosamente pelo organismo.

Nos poucos casos em que esse tipo de Hepatite apresenta sintomas nos infectados, estes são:

·      Febre alta;

·      Cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos;

·      Mal-estar recorrente;

·      Falta de apetite.

Na grande maioria dos casos, o paciente infectado com Hepatite B, quando diagnosticado, pode ser curado. Diferente dos pacientes com Hepatite tipo C, que devem percorrer uma longa caminhada no tratamento da doença.

 

Quais são as causas da Hepatite?

A Hepatite pode ser causada por:

·      Infecção com o Vírus das Hepatites A, B, C, D, E ou G;

·      Infecção com bactérias ou parasitas causadores da Hepatite;

·      Uso excessivo e não controlado de determinados medicamentos;

·      Consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Além disso, a Hepatite pode ser causada em pessoas que possuem algumas doenças específicas como: Lúpus, Fibrose Cística, Anemia Hemolítica e doenças inflamatórias intestinais.

 

Como a Hepatite é transmitida?

A Hepatite pode ser transmitida de diversas formas, as mais comuns são:

·      Contato com sangue contaminado;

·      Contato com urina ou fezes de alguém contaminado;

·      Beber água ou consumir alimentos contaminados por fezes;

·      Compartilhar seringas;

·      Ter relações sexuais sem o uso de preservativos;

·      Transfusão de sangue;

·      De mãe para filho através do parto normal;

Algumas dessas formas de transmissão das Hepatites eram mais comuns antigamente, quando a medicina não contava com tantas tecnologias e exames diferenciados. Este é caso das duas últimas da lista: Transfusão de sangue; de mãe para filho através do parto normal. Também é possível que a doença seja desenvolvida em gestantes que não seguem o pré-natal corretamente.

 

Quais são os métodos de prevenção da Hepatite?

A Hepatite é uma doença séria e todos os tipos podem causar consequências drásticas, por isso é essencial tomar os devidos cuidados para se prevenir.

Para te ajudar, listamos quais são os principais métodos de prevenção das Hepatites A, B e C. Confira.

 

Métodos de prevenção da Hepatite A

Como citamos acima, uma das formas de transmissão da Hepatite A é através da ingestão de bebidas e alimentos contaminados pelo vírus. É comum que áreas que não possuam saneamento básico sejam altamente afetadas pela doença, uma vez que as fezes podem contaminar rios e até mesmo plantações das quais são retirados os alimentos de famílias.

Os principais métodos de prevenção da Hepatite A são:

·      Tomar a vacina contra a Hepatite A;

·      Adotar bons hábitos de higiene, como por exemplo, sempre lavar as mãos antes de comer;

·      Beber água potável;

·      Evitar o consumo de alimentos crus;

·      Higienizar os alimentos corretamente antes do consumo;

·      Optar por alimentos cozidos, uma vez que, dessa forma os vírus são eliminados;

·      Evitar o consumo e ingestão de bebidas e alimentos preparados em más condições de higiene.

 

Métodos de prevenção das Hepatites B e C

As Hepatites do tipo B e C podem ser transmitidas através do contato com sangue ou secreções de pessoas infectadas por um dos dois vírus.

Os principais métodos de prevenção das Hepatite B e C são:

·      Tomar a vacina da Hepatite B;

·      Usar preservativo em todas as relações sexuais;

·      Não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear, objetos de manicure, etc;

·      Utilizar luvas descartáveis ao tratar as feridas ou socorrer alguém em situações onde há sangramento;

·      Exigir material descartável novo ao realizar procedimentos, como tatuagens, piercings, brincos, acupuntura, etc.

 

Importante:

Como o tipo C ainda não possui vacina, a melhor forma de prevenção mesmo é evitar o contato com o sangue contaminado. A Hepatite tipo C tem cura em mais de 90% dos casos quando o tratamento é seguido corretamente. 

E quanto a Hepatite D, é um tipo que está ligada com a infecção e inflamação de tecidos do fígado a partir do vírus B, assim tomar a vacina contra a Hepatite B é uma forma de prevenção mais adequada.

As vacinas para os tipos A e B podem ser tomadas isoladas ou inclusive podem ser combinadas.

 

Como é diagnosticada a Hepatite?

A Hepatite pode ser diagnosticada através da observação do paciente infectado e por meio de exames sorológicos de sangue. Alguns dos mais utilizados para isso, são:

 

1 – Hepatograma

Consiste em uma série de exames de sangue, capaz de definir qual o grau de inflamação do fígado, através de marcadores da função hepática, como bilirrubinas, fosfatase alcalina, aminotransferases, albumina e tempo de protrombina. Todas essas substâncias analisadas são capazes de identificar o estado de funcionamento do fígado.

 

2 – ALT

O teste de ALT tem como objetivo detectar lesões hepáticas. Nesse exame, é possível identificar a dosagem da atividade da enzima alanina aminotransferase (ALT). Esses valores são comparados aos de outras enzimas, como a fosfatase alcalina (ALP) e aspartato aminotransferase (AST). Através dessa comparação é possível identificar que tipo de doença hepática está presente no organismo.

 

3 – AST

O teste de AST, funciona da mesma forma que o ALT. Neste é possível identificar a dosagem da atividade da enzima aspartato-aminotransferase (AST). Esses valores são comparados aos de outras enzimas, como a fosfatase alcalina (ALP) e alanina aminotransferase (ALT). Através dessa comparação é possível identificar que tipo de doença hepática está presente no organismo.

 

4 – Bilirrubina

Nesse exame, é realizada a dosagem da bilirrubina (substância produzida quando o fígado decompõe glóbulos vermelhos velhos). A partir desses valores é possível avaliar o excesso desse componente no sangue, avaliando assim o funcionamento do fígado.

 

Ainda existem diversos outros exames que podem ser realizados para a identificação da Hepatite. O médico por exemplo, pode solicitar uma ultrassonografia para avaliar aspectos do fígado, como: tamanho, obstrução ou se há presença de tumores no órgão.

 

Como é o tratamento da Hepatite?

Normalmente a Hepatite é tratada através de muito repouso, hidratação e com uma alimentação saudável e equilibrada. Contudo, em alguns casos específicos, o médico pode prescrever alguns tipos de medicamentos.

Em casos nos quais é necessário o uso de medicamentos no tratamento da Hepatite, é comum que os pacientes sintam efeitos colaterais causados pelos remédios, como:

·      Febre;

·      Dores de cabeça;

·      Insônia;

·      Alta irritabilidade.

Esses efeitos, muitas vezes fazem com que pacientes abandonem o tratamento da doença, comprometendo ainda mais o caso. Entretanto, mesmo com todos os incômodos causados pelos medicamentos, com o decorrer do tratamento eles acabam diminuindo. Outros medicamentos também podem ser utilizados para amenizar esses efeitos, como analgésicos, antidepressivos e/ou anti-inflamatórios.

 

A Hepatite é uma doença séria, que em casos nos quais o infectado não é devidamente tratado pode levar a morte. Cuide-se, adote todas os métodos de prevenção no seu dia a dia e poupe você e as pessoas ao seu redor de se infectarem com essa perigosa doença.

Quer fazer exames com segurança e eficácia? Conte com o Laboratório Exame. Agende ligando pelo telefone (18) 3622-0011 ou através do WhatsApp (18) 98119-3963.

 

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Saúde do homem - Exames importantes que todo homem deve fazer periodicamente

Exames preventivos são importantes em todas as idades. Seja você uma pessoa ativa, que pratica atividades físicas regularmente ou mesmo uma com a rotina mais tranquila e monótona, saiba que se prevenir é um dever de todos e garante um futuro mais sadio.

Em diversos países, incluindo o Brasil, o índice de cuidados com a própria saúde por parte da população é moderado, porém as pesquisas apontam um nível bem menor de preocupação em relação às doenças entre o público masculino – fator que preocupa as autoridades de saúde. Um ponto bastante comentado em relação a isso é que a maioria dos homens costumam realizar consultas médicas por influência de familiares ou quando sentem sintomas anormais pelo corpo, raramente se atentando sozinho a essa prática.

Outro ponto é que campanhas públicas e privadas do Brasil, como Outubro Rosa e Novembro Azul, costumam receber maior adesão do público feminino, resultando em números alarmantes para a parcela masculina da população nacional. É estimado que os casos de câncer de próstata em território brasileiro sejam descobertos em estágios avançados por cerca de 35% dos homens. Muitos médicos acreditam que o fator cultural seja o principal impeditivo nesses casos, uma vez que é bastante comum ouvir pessoas dizendo o quanto se importam mais com a saúde de amigos e membros da família do que com a sua própria.

Sabemos que, além da genética, os hábitos exercem grande influência em nossas vidas. Sendo assim, adotar práticas saudáveis aliadas ao acompanhamento médico se torna a principal receita para a longevidade e maior qualidade de vida no futuro.

Precisamos mudar essa cultura, para todos entenderem que prevenção não é uma necessidade exclusiva das mulheres.

 

A importância da prevenção na saúde

A prevenção é importante por colaborar com uma série de benefícios, já que realizar exames de rotina e se atualizar sobre os sintomas relacionados às doenças permite que diagnósticos precoces sejam feitos e também que o tratamento correto seja aplicado a tempo. É possível também que os exames revelem tendências hereditárias ou predisposições a doenças como hipertensão, colesterol alto e diabetes, entre outras. Fique atento!

 

Exames importantes que todo homem deve fazer periodicamente

Para te ajudar nesse processo, traremos dicas de como começar essa nova rotina. Comece agora mesmo a se cuidar melhor e crie um roteiro. Em breve esses hábitos estarão presentes em seu cotidiano de forma natural e você começará a incentivar as pessoas ao seu redor para fazerem o mesmo.

Selecionamos alguns exames clínicos e laboratoriais que os homens devem realizar periodicamente, confira a seguir:

 

1. Exame de próstata

Esse é um dos exames mais temidos e que se tornou um tabu para os homens, mesmo sendo um dos mais necessários. O exame de toque segue sendo muito eficaz na realização de diagnósticos precoces do câncer de próstata.

O exame de toque aliado ao exame PSA (Prostate-Specific Antigens, ou antígenos específicos da próstata em português) servem para detectar precocemente casos de câncer de próstata e até mesmo outras condições, como a hiperplasia prostática benigna e a prostatite. 

O ideal é que homens a partir dos 40 anos comecem a realizar o exame quando há fatores de risco. Caso não haja sinais da doença, os exames podem começar a partir dos 50 anos.

 

2. Níveis de colesterol

Doenças cardiovasculares se desenvolvem nos homens com mais facilidade e um aliado dessas doenças é o colesterol. Sendo assim, é recomendado que os homens realizem exames que identifiquem os níveis de colesterol regularmente. Um simples exame de sangue é capaz de identificar tais níveis.

 

3. Teste de glicemia

Muitas pessoas descobrem que tem diabetes após a doença atingir um grau muito avançado no organismo, já que a mesma não possui sintomas severos e pode acabar passando despercebida,

O mesmo exame de sangue que revela os níveis de colesterol consegue identificar também a glicemia (açúcar) no sangue e realizar um diagnóstico precoce. Após os 20 anos é recomendado realizar, ao menos, um exame de sangue por ano.

 

4. Detecção de DSTs

Pessoas sexualmente ativas, mesmo estando em um relacionamento estável, devem realizar exames de sangue com frequência para identificar possíveis doenças transmissíveis, tal como a Hepatite C e o HIV. Tanto homens quanto mulheres devem se atentar bastante a esse tópico, tomando sempre as medidas mais seguras durante as relações íntimas.

 

5. Colonoscopia

A partir dos 50 anos é ideal que os homens realizem a Colonoscopia, procedimento que busca identificar feridas e outros sinais que possam diagnosticar câncer no reto ou no intestino grosso. O procedimento analisa em detalhes a saúde da mucosa intestinal com o auxílio de um tubo óptico. A introdução do tubo é feita no reto

Caso haja casos de doenças semelhantes na família, é recomendado que o exame seja feito antes mesmo dos 50 anos.

 

6. Exame oftalmológico

Para além dos óculos de grau, os exames oftalmológicos de rotina são essenciais para a vida de qualquer pessoa, da infância até a terceira idade. Existem doenças que são diagnosticadas apenas pelo oftalmologista como descolamento da retina, glaucoma, catarata, hipertensão ocular, etc.

Fique sempre atento ao histórico familiar e aos sintomas que podem surgir durante os anos.

Exames preventivos podem diagnosticar uma série de doenças. Realizando esses exames regularmente, o público masculino pode conquistar uma vida mais longa, feliz e saudável. Pesquisas apontam que os homens brasileiros vivem, em média, alguns anos a menos que as mulheres e apresentam maior incidência de algumas doenças. Esses dados reforçam a importância de uma maior atenção com a saúde do homem, um bem que será feito não só para ele, mas também para toda a comunidade.

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Acompanhamento pré-natal e exames gestacionais para uma gestação saudável

A gravidez é um momento mágico que requer muito cuidado e uma atenção especial. Assim que qualquer mulher descobre que está em gestação, é necessário tanto para sua saúde, quanto para a da criança seguir uma rotina de consultas e exames para que todo o trajeto seja perfeito, e isso é chamado de pré-natal.

O acompanhamento pré-natal é essencial durante a gestação, pois ele é uma forma de supervisionar tudo o que está acontecendo com o bebê e sua mãe, identificando e evitando assim eventuais problemas, além de proporcionar um período muito mais seguro e saudável.

Muitas mães ficam bastante preocupadas com esse momento, por isso nós fizemos esse artigo para tirar algumas dúvidas sobre o acompanhamento pré-natal e quais exames gestacionais devem ser feitos para uma gestação saudável, confira.

 

Com que frequência devo ir ao médico durante o pré-natal?

De acordo com o Ministério da Saúde a gestante deve visitar o médico no mínimo seis vezes durante a gestação, contudo, muitos profissionais da área acabam fazendo um acompanhamento maior e com mais visitas para garantir o melhor.

O número de consultas geralmente varia de acordo com cada médico e com as características de cada gestante. Contudo, o mais comum é que a gestante visite o seu obstetra pelo menos uma vez ao mês nos sete primeiros meses, duas vezes no oitavo e todas as semanas no nono.

 

Quais exames são os exames gestacionais feitos no pré-natal?

         Bem, durante o pré-natal são realizados diversos exames diferentes para identificar como está saúde da mãe e do bebê, além de identificar eventuais problemas.

         Tenha em mente que a gravidez é uma situação única para cada mãe, afinal cada pessoa possui suas características pessoais e por isso, em cada pré-natal podem ser exigidos pelos médicos exames diferentes dos listados aqui.

 

Exames Iniciais

 

Sangue

O primeiro exame a ser realizado assim que é descoberta a gravidez, é o exame de sangue. A partir dele é possível:

·      Identificar qual é o tipo sanguíneo da gestante (essencial para identificar o fator Rh caso seja negativo);

·      Identificar se possui anemia;

·      Identificar se corre o risco de contrair doenças como rubéola, citomegalovirose e toxoplasmose;

·      Identificar infecções como Hepatites A, B e C, HIV, sífilis, etc;

·      Dosar os hormônios e anticorpos da tireoide.

Além disso, a partir desse exame é possível realizar uma pesquisa de trombofilias congênitas, que ajuda a prevenir o nascimento prematuro e alertar para doenças hipertensivas que podem surgir durante o período de gestação.

 

Urina

         Assim como o de sangue, o exame de urina é um dos primeiros a serem realizados. Ele é essencial para detectar eventuais  infecções urinárias, além de ser ótimo para auxiliar no acompanhamento de gestantes diabéticas.

 

Fezes

         Esse exame auxilia a encontrar possíveis parasitas no intestino que podem provocar problemas como a anemia.

 

Da 5ª a 8ª semana de gestação

 

Ultrassom Intravaginal

         Com a realização dessa ultrassonografia é possível ouvir os batimentos cardíacos do embrião, visualizar o embrião e o saco gestacional, além de auxiliar a identificar o tempo de gravidez e provável data do parto.

 

Da 11ª a 14ª semana de gestação

 

Translucência Nucal

         Esse exame tem como objetivo medir a espessura do fluído que fica entre a pele e a gordura da nuca do feto.

A partir dos resultados é possível:

 

·      Medir o bebê.

·      Atestar a sua vitalidade através dos batimentos cardíacos.

·      Identificar quais são as probabilidades do feto possuir alguma anomalia, como a principal identificada pelo exame, Síndrome de Down.

·      Verificar se o bebê possui alguma alteração cromossômica, a partir da ausência do osso nasal.

·      Identificar sinais de possíveis problemas cardíacos através da observação do ducto venoso.

 

Da 20ª a 22ª semana de gestação

 

Ultrassom Morfológico

         Essa ultrassonografia permite que os médicos possam analisar os órgãos do bebê. Geralmente, nela também já é possível identificar qual é o sexo da criança.

 

Da 24ª a 28ª semana de gestação

 

Triagem para Diabetes Gestacional

         Também conhecido como curva de tolerância glicêmica ou teste oral de tolerância à glicose, com esse exame é possível identificar se a mãe desenvolveu a diabetes gestacional durante a gravidez. Se sim, será necessário que a paciente tome alguns cuidados especiais.

         O exame é realizado em laboratório, no qual a gestante bebe um copo de glicose e logo após é submetida a algumas coletas de sangue, que por sua vez serão analisadas para a obtenção de resultados.

 

Da 34ª a 37ª semana de gestação

 

Triagem para Estreptococo Beta-Hemolítico

         Esse exame é feito a partir da análise laboratorial de uma coleta de uma amostra de secreção vaginal da gestante e outra do reto. Através da análise é possível identificar infecções causadas pela bactéria estreptococo do grupo B, que pode acabar sendo transmitida para a criança durante o nascimento, provocando diversas complicações e até mesmo a morte.

 

Ultrassom do Teceiro Semestre

         Com essa ultrassonografia é possível:

·      Verificar o tamanho, peso e posição do bebê;

·      Avaliar a maturidade da placenta;

·      Avaliar a quantidade de líquido amniótico.

 

Situações especiais

A gravidez pode exigir cuidados diferentes para cada mulher, diversos aspectos podem interferir na gestação, como:

·      Gravidez após os 35 anos de idade;

·      Doenças hereditárias;

·      Doenças como diabetes ou hipertensão;

·      Doenças prévias, como câncer ou lúpus, por exemplo;

·      Gestação de múltiplos.

Quando a gestante possui alguma dessas características ou outras, é necessário a realização de um pré-natal ainda mais minucioso e cuidadoso. Por isso, provavelmente serão feitas mais consultas e consequentemente exigidos exames específicos adicionais. Alguns deles são:

 

Teste de Coombs

         A partir do exame de sangue feito no início do pré-natal é possível identificar se o fator Rh da mãe é negativo. Esse teste, também realizado por exame de sangue, revela se ouve contato entre o sangue da mãe e o do bebê, para que então possa ser iniciado o tratamento para evitar prejuízos ao feto.

         Esse tratamento deve ser realizado, pois a incompatibilidade sanguínea pode causar a eritroblastose fetal, que é uma situação na qual o corpo da mãe destrói as hemoglobinas do feto, podendo levar à morte.

 

Da 11ª a 14ª semana de gestação

 

Biópsia de Vilo Corial

         Esse exame geralmente é indicado pelos médicos quando existe a suspeita de alterações cromossômica no bebê, como pode ser identificado no exame de Translucência Nucal.

         O exame apresenta um pequeno risco de provocar aborto na gestante, pois é realizado a partir da amostra da placenta, que é coletada do abdômen da mãe, por meio de uma agulha.

 

A partir da 12ª semana de gestação

 

Ultrassom Transvaginal

         Quando a mulher apresenta uma gestação com grandes riscos de prematuridade é ideal a realização dessa ultrassonografia, pois através dela é possível identificar as condições do colo do útero.

         Caso identificada alguma possibilidade de rompimento, o médico avalia a possibilidade de realizar a cerclagem uterina.

 

Da 18ª a 24ª semana de gestação

 

Teste da Fibronectina Fetal

         Assim como o ultrassom transvaginal, esse teste avalia quais são as chances do nascimento do bebê ser prematuro. É realizado a partir da análise de secreção vaginal.

 

A partir da 28ª semana de gestação

 

Ecocardiograma Fetal

         Geralmente esse exame é exigido em situações onde o feto possua maior probabilidade para o desenvolvimento de anomalias cardíacas, quando é constatada alteração cromossômica, ou quando a mãe possui alguma malformação congênita do coração. Com esse exame é possível observar detalhadamente o funcionamento do coração do feto.

 

Perfil Biofísico Fetal

         Esse exame é exigido quando existe alguma suspeita do bebê estar com o desenvolvimento comprometido. A partir dele é possível avaliar:

·      A reatividade da frequência cardíaca;

·      Os movimentos respiratórios;

·      Os movimentos dos membros;

·      O tônus muscular;

·      O volume do liquido amniótico.

 

 

Durante toda a sua gestação, cuide bem da sua saúde e a do seu filho, faça o pré-natal desde o início. Lembre-se que você pode contar com o Laboratório Exame para realizar os seus exames com eficácia e qualidade.


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