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Acompanhamento pré-natal e exames gestacionais para uma gestação saudável

A gravidez é um momento mágico que requer muito cuidado e uma atenção especial. Assim que qualquer mulher descobre que está em gestação, é necessário tanto para sua saúde, quanto para a da criança seguir uma rotina de consultas e exames para que todo o trajeto seja perfeito, e isso é chamado de pré-natal.

O acompanhamento pré-natal é essencial durante a gestação, pois ele é uma forma de supervisionar tudo o que está acontecendo com o bebê e sua mãe, identificando e evitando assim eventuais problemas, além de proporcionar um período muito mais seguro e saudável.

Muitas mães ficam bastante preocupadas com esse momento, por isso nós fizemos esse artigo para tirar algumas dúvidas sobre o acompanhamento pré-natal e quais exames gestacionais devem ser feitos para uma gestação saudável, confira.

 

Com que frequência devo ir ao médico durante o pré-natal?

De acordo com o Ministério da Saúde a gestante deve visitar o médico no mínimo seis vezes durante a gestação, contudo, muitos profissionais da área acabam fazendo um acompanhamento maior e com mais visitas para garantir o melhor.

O número de consultas geralmente varia de acordo com cada médico e com as características de cada gestante. Contudo, o mais comum é que a gestante visite o seu obstetra pelo menos uma vez ao mês nos sete primeiros meses, duas vezes no oitavo e todas as semanas no nono.

 

Quais exames são os exames gestacionais feitos no pré-natal?

         Bem, durante o pré-natal são realizados diversos exames diferentes para identificar como está saúde da mãe e do bebê, além de identificar eventuais problemas.

         Tenha em mente que a gravidez é uma situação única para cada mãe, afinal cada pessoa possui suas características pessoais e por isso, em cada pré-natal podem ser exigidos pelos médicos exames diferentes dos listados aqui.

 

Exames Iniciais

 

Sangue

O primeiro exame a ser realizado assim que é descoberta a gravidez, é o exame de sangue. A partir dele é possível:

·      Identificar qual é o tipo sanguíneo da gestante (essencial para identificar o fator Rh caso seja negativo);

·      Identificar se possui anemia;

·      Identificar se corre o risco de contrair doenças como rubéola, citomegalovirose e toxoplasmose;

·      Identificar infecções como Hepatites A, B e C, HIV, sífilis, etc;

·      Dosar os hormônios e anticorpos da tireoide.

Além disso, a partir desse exame é possível realizar uma pesquisa de trombofilias congênitas, que ajuda a prevenir o nascimento prematuro e alertar para doenças hipertensivas que podem surgir durante o período de gestação.

 

Urina

         Assim como o de sangue, o exame de urina é um dos primeiros a serem realizados. Ele é essencial para detectar eventuais  infecções urinárias, além de ser ótimo para auxiliar no acompanhamento de gestantes diabéticas.

 

Fezes

         Esse exame auxilia a encontrar possíveis parasitas no intestino que podem provocar problemas como a anemia.

 

Da 5ª a 8ª semana de gestação

 

Ultrassom Intravaginal

         Com a realização dessa ultrassonografia é possível ouvir os batimentos cardíacos do embrião, visualizar o embrião e o saco gestacional, além de auxiliar a identificar o tempo de gravidez e provável data do parto.

 

Da 11ª a 14ª semana de gestação

 

Translucência Nucal

         Esse exame tem como objetivo medir a espessura do fluído que fica entre a pele e a gordura da nuca do feto.

A partir dos resultados é possível:

 

·      Medir o bebê.

·      Atestar a sua vitalidade através dos batimentos cardíacos.

·      Identificar quais são as probabilidades do feto possuir alguma anomalia, como a principal identificada pelo exame, Síndrome de Down.

·      Verificar se o bebê possui alguma alteração cromossômica, a partir da ausência do osso nasal.

·      Identificar sinais de possíveis problemas cardíacos através da observação do ducto venoso.

 

Da 20ª a 22ª semana de gestação

 

Ultrassom Morfológico

         Essa ultrassonografia permite que os médicos possam analisar os órgãos do bebê. Geralmente, nela também já é possível identificar qual é o sexo da criança.

 

Da 24ª a 28ª semana de gestação

 

Triagem para Diabetes Gestacional

         Também conhecido como curva de tolerância glicêmica ou teste oral de tolerância à glicose, com esse exame é possível identificar se a mãe desenvolveu a diabetes gestacional durante a gravidez. Se sim, será necessário que a paciente tome alguns cuidados especiais.

         O exame é realizado em laboratório, no qual a gestante bebe um copo de glicose e logo após é submetida a algumas coletas de sangue, que por sua vez serão analisadas para a obtenção de resultados.

 

Da 34ª a 37ª semana de gestação

 

Triagem para Estreptococo Beta-Hemolítico

         Esse exame é feito a partir da análise laboratorial de uma coleta de uma amostra de secreção vaginal da gestante e outra do reto. Através da análise é possível identificar infecções causadas pela bactéria estreptococo do grupo B, que pode acabar sendo transmitida para a criança durante o nascimento, provocando diversas complicações e até mesmo a morte.

 

Ultrassom do Teceiro Semestre

         Com essa ultrassonografia é possível:

·      Verificar o tamanho, peso e posição do bebê;

·      Avaliar a maturidade da placenta;

·      Avaliar a quantidade de líquido amniótico.

 

Situações especiais

A gravidez pode exigir cuidados diferentes para cada mulher, diversos aspectos podem interferir na gestação, como:

·      Gravidez após os 35 anos de idade;

·      Doenças hereditárias;

·      Doenças como diabetes ou hipertensão;

·      Doenças prévias, como câncer ou lúpus, por exemplo;

·      Gestação de múltiplos.

Quando a gestante possui alguma dessas características ou outras, é necessário a realização de um pré-natal ainda mais minucioso e cuidadoso. Por isso, provavelmente serão feitas mais consultas e consequentemente exigidos exames específicos adicionais. Alguns deles são:

 

Teste de Coombs

         A partir do exame de sangue feito no início do pré-natal é possível identificar se o fator Rh da mãe é negativo. Esse teste, também realizado por exame de sangue, revela se ouve contato entre o sangue da mãe e o do bebê, para que então possa ser iniciado o tratamento para evitar prejuízos ao feto.

         Esse tratamento deve ser realizado, pois a incompatibilidade sanguínea pode causar a eritroblastose fetal, que é uma situação na qual o corpo da mãe destrói as hemoglobinas do feto, podendo levar à morte.

 

Da 11ª a 14ª semana de gestação

 

Biópsia de Vilo Corial

         Esse exame geralmente é indicado pelos médicos quando existe a suspeita de alterações cromossômica no bebê, como pode ser identificado no exame de Translucência Nucal.

         O exame apresenta um pequeno risco de provocar aborto na gestante, pois é realizado a partir da amostra da placenta, que é coletada do abdômen da mãe, por meio de uma agulha.

 

A partir da 12ª semana de gestação

 

Ultrassom Transvaginal

         Quando a mulher apresenta uma gestação com grandes riscos de prematuridade é ideal a realização dessa ultrassonografia, pois através dela é possível identificar as condições do colo do útero.

         Caso identificada alguma possibilidade de rompimento, o médico avalia a possibilidade de realizar a cerclagem uterina.

 

Da 18ª a 24ª semana de gestação

 

Teste da Fibronectina Fetal

         Assim como o ultrassom transvaginal, esse teste avalia quais são as chances do nascimento do bebê ser prematuro. É realizado a partir da análise de secreção vaginal.

 

A partir da 28ª semana de gestação

 

Ecocardiograma Fetal

         Geralmente esse exame é exigido em situações onde o feto possua maior probabilidade para o desenvolvimento de anomalias cardíacas, quando é constatada alteração cromossômica, ou quando a mãe possui alguma malformação congênita do coração. Com esse exame é possível observar detalhadamente o funcionamento do coração do feto.

 

Perfil Biofísico Fetal

         Esse exame é exigido quando existe alguma suspeita do bebê estar com o desenvolvimento comprometido. A partir dele é possível avaliar:

·      A reatividade da frequência cardíaca;

·      Os movimentos respiratórios;

·      Os movimentos dos membros;

·      O tônus muscular;

·      O volume do liquido amniótico.

 

 

Durante toda a sua gestação, cuide bem da sua saúde e a do seu filho, faça o pré-natal desde o início. Lembre-se que você pode contar com o Laboratório Exame para realizar os seus exames com eficácia e qualidade.

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Saiba qual a importância de realizar um Check-up pós-COVID

A pandemia da COVID-19 assolou o mundo todo e infelizmente infectou milhões de pessoas. Felizmente muitos se recuperaram da doença, mas os médicos aconselham que pós-COVID seja realizado um Check-up, pois mesmo após a eliminação do vírus no organismo, a doença pode causar sequelas e afetar órgãos e sistemas importantes para a saúde. 

Continue a leitura e descubra a importância de realizar um Check-up pós-COVID e que tipos de exame fazer. 

O que é um Check-up?

O Check-up nada mais é, do que uma avaliação médica de rotina, na qual são realizados exames específicos, levando em consideração diversas características pessoais do paciente, como sua idade, sexo, histórico familiar, etc.

Por que fazer um Check-up depois de contrair COVID-19? 

A COVID-19 é uma doença sistêmica, ou seja, que pode impactar todo o organismo humano, causando uma série de problemas, como processos inflamatórios, que assim como qualquer outra doença devem ser avaliados com agilidade e acompanhados por um especialista para que sejam identificadas possíveis sequelas e iniciados os tratamentos adequados rapidamente, caso sejam necessários. 

É necessário realizar o Check-up mesmo tendo um quadro leve de COVID-19? 

A COVID-19 pode se manifestar com diferentes intensidades em cada indivíduo, causando sintomas variados. Contudo, mesmo aqueles que tiveram casos leves da doença podem apresentar sequelas, que afetam partes variadas do organismo, causando: 

  • Fadiga;
  • Dor de cabeça;
  • Dores no peito;
  • Arritmia cardíaca;
  • Déficit de memória;
  • Perdas de olfato e paladar.

Por isso independente da intensidade da infecção, recomenda-se que todos os pacientes façam um exame após a infecção com a COVID-19. 

Como proceder em casos moderados ou graves de COVID-19?

Nesses casos, principalmente naqueles em que é necessária a internação ou até mesmo intubação do paciente, o Check-up após a infecção se faz ainda mais necessário e importante para a manutenção da saúde. 

Em muitos desses quadros, os pacientes desenvolvem algum tipo de comprometimento respiratório, cardíaco ou renal. Além disso, pode acontecer casos de descompensação de doenças crônicas já presentes no organismo, como a diabetes e hipertensão. 

Como é o Check-up pós-COVID?

Tudo depende do seu quadro de COVID-19 e também o médico responsável. Mas na maioria dos casos, é solicitado um Check-up completo e depois de avaliados os resultados, o paciente é encaminhado para outro especialista, de acordo com as necessidades de tratamento e os sintomas apresentados pelo indivíduo.  

Quais exames são necessários em um Check-up?

Diversos exames podem ser realizados em Check-ups, isso vai depender de cada organismo, das necessidades que o médico identificar, além das sequelas apresentadas pelo paciente. Contudo os mais comuns de serem solicitados nesses casos são:

  • Exames para analisar a saúde pulmonar - tomografia de tórax e prova de função pulmonar (ou espirometria).
  • Exames para analisar a saúde cardiovascular - eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico.
  • Exames para analisar a saúde neurológica - ressonância magnética do encéfalo, tomografia computadorizada encefálica, além de testes motores e cognitivos.

Além disso, exames para avaliar a situação geral do organismo como:

  • Colesterol e Glicemia – proporciona a análise da concentração de gorduras e açúcares presentes na circulação sanguínea;
  • Hemograma – avalia o estoque de células vermelhas e brancas no organismo através do exame de sangue;
  • Ultrassom – avalia a situação dos órgãos e tecidos do corpo.

Claro, esses não são os únicos exames solicitados em um Check-up, são apenas os mais comuns. Contudo, o seu médico irá avaliar o seu estado, as suas características e avaliar a necessidade de indicar e solicitar a realização de exames mais específicos ou até mesmo o encaminhamento para outro especialista.

Reforçamos que o Check-up cardiorrespiratório é um dos mais importantes de serem realizados, uma vez que o coração e os pulmões são os órgãos mais afetados pelas sequelas e consequências da COVID-19.

Onde fazer exames laboratoriais em Araçatuba? 

Se você contraiu COVID-19, independente da intensidade da infecção, procure um médico e realize um Check-up para manter a saúde em dia, prevenir futuros problemas e interferências em sua qualidade de vida. 

Se no Check-up seu médico solicitar exames laboratoriais, você pode contar com o Laboratório Exame. Aqui você realiza exames com segurança, confiança e eficácia, além de praticidade, afinal você pode agendar a coleta móvel. 

Para agendar o seu exame, basta clicar aqui. Gostou do nosso conteúdo? Acesse nosso blog e descubra muitos outros superinteressantes. Aproveite e acompanhe nossas redes sociais para mais dicas: Instagram: @labexamearacatuba e Facebook: www.facebook.com/examearacatuba


É necessário fazer teste de COVID-19 para viajar?

Viajar em meio a pandemia requer alguns cuidados especiais. Existem diversos protocolos de segurança que foram desenvolvidos para manter a segurança da população e devemos estar atentos a todos eles. 

É necessário fazer teste de COVID-19 para viajar? É seguro viajar sem fazer o teste? Quais são os testes aceitos em aeroportos? São apenas algumas das dúvidas mais comuns entre os viajantes, por isso preparamos esse artigo para te responder e ajudar a viajar em segurança. Continue a leitura e anote todas as informações.

Preciso fazer exame de COVID-19 para viagens nacionais?

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e as companhias áreas, assim como outras instituições adotaram medidas preventivas para evitar a disseminação da COVID-19. Fora do Brasil, aeroportos exigem que o passageiro apresente o resultado do teste para COVID-19 para o desembarque e essa prática causou dúvida nos brasileiros, afinal é preciso fazer o mesmo em viagens nacionais?

A resposta para essa pergunta é não! De acordo com as medidas adotadas pela ANAC, o passageiro não é obrigado a fazer exame de COVID-19 e apresentar os resultados para embarcar ou desembarcar em voos domésticos nacionais. Nessas viagens o passageiro deve apenas seguir os protocolos de segurança exigidos pela empresa aérea com a qual viajar.

Preciso fazer exame de COVID-19 para viagens internacionais?

Diversos países já aceitam a vacinação completa como comprovante de imunização para viajar, contudo muitos ainda requerem indispensavelmente também a realização do exame RT-PCR para que o passageiro possa entrar no país. Por isso, ao planejar uma viagem internacional, pesquise sobre os protocolos da empresa aérea e do país de destino para evitar imprevistos e manter a sua segurança. 

Quem deve realizar o teste de COVID-19?

Mesmo não sendo um requisito necessário para viagens nacionais, em alguns casos para preservar sua saúde e a dos outros viajantes é importante realizar o teste, como por exemplo ao apresentar sintomas como dores de cabeça, febre e tosse, dessa forma em caso positivo de infecção, você já pode iniciar o tratamento e repouso necessário e ainda evitar a contaminação de outras pessoas. 

Claro, além disso, caso você pretenda fazer viagens internacionais o exame também deve ser realizado. Muitas companhias aéreas contam com parcerias com laboratórios, por isso informe-se na empresa aérea com a qual vai viajar e faça o teste. 


Quais são os tipos de exame de COVID-19?

Existem duas formas de identificar a infecção com a COVID-19, uma é através da presença de material genético do vírus no organismo (Teste RT-PCR) e outra através dos anticorpos presentes no organismo (Teste Rápido e Teste Sorológico).

Para viagens internacionais de avião, o exame exigido é o RT-PCR, que identifica o vírus em qualquer fase de contaminação. Abaixo descrevemos como é realizado cada um desses testes, confira:

Teste rápido 

É realizado através da coleta de sangue da ponta do dedo. O resultado é rápido, ficando disponível em poucos minutos, mas a confiabilidade depende da fase de contaminação em que o paciente está. 

Teste RT-PCR 

É realizado através da coleta com swab (instrumento parecido com um cotonete) pelo nariz ou boca. O resultado leva em média dois dias para ser disponibilizado, mas tem alto grau de confiabilidade, aproximadamente 90%.

Teste Sorológico

É realizado através da coleta de sangue feita por punção. O resultado também leva em média dois dias para ser disponibilizado.



Onde fazer o exame para detecção da COVID-19 em Araçatuba?

Quer descobrir se já foi ou está infectado pela COVID-9? No Laboratório Exame você pode realizar os testes com segurança e confiabilidade, basta escolher o tipo de exame e o melhor dia e horário para realizar. Se preferir, ainda pode agendar a coleta móvel, na qual enviamos um de nossos profissionais até a sua casa para realizar a coleta, seguindo todos os protocolos de segurança e garantindo a sua comodidade, além de resultados confiáveis. 

Entre em contato e agende: 

Rua Floriano Peixoto, 817 - Araçatuba/SP

Telefone: (18) 3622-0011

WhatsApp: (18) 98119-3963 

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Aleitamento Materno – quais são os tipos e sua importância para a saúde dos bebês

O leite materno é o alimento mais nutritivo para garantir a saúde dos bebês no início da vida. Responsável pela diminuição dos índices de mortalidade infantil, o Aleitamento Materno se faz uma prática ainda mais importante, inclusive proporcionando benefícios às mães.

Nesse artigo vamos explicar quais são os tipos de aleitamento materno e sua importância para a saúde dos bebês e mamães. Continue a leitura e descubra tudo sobre essa prática tão linda e poderosa.  

O que é Agosto Dourado?

Durante o mês de agosto é celebrada a campanha “Agosto Dourado”, criada em 2017 pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a partir da semana do Aleitamento Materno, que acontece do dia 1 a 7 de agosto. O intuito é conscientizar pais e mães sobre a importância da amamentação e do leite materno para a saúde dos bebês e mamães. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o leite materno o “alimento de ouro” para a saúde dos bebês, daí a escolha da cor dourado para representar a campanha. Além disso, essa cor representa também o padrão ouro de qualidade, ressaltando assim como esse alimento é benéfico e único. 

Todos os dias do mês são criadas ações pelas instituições, a fim de incentivar e promover o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida, podendo esse prazo se estender até os dois anos de idade ou mais, garantindo assim mais saúde as nossas crianças e suas mães. 

O que é Aleitamento Materno?

O Aleitamento Materno é o ato de alimentar uma criança exclusivamente com o leite materno até os seis meses de idade. Ou seja, nos seis primeiros meses, o bebê não deve ingerir nenhum outro tipo de líquido ou alimento, nem que seja complementar. Ato recomendado inclusive pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Qual é a importância do Aleitamento Materno para os bebês?

O leite materno é primeiro alimento de qualquer criança, ele é crucial para o desenvolvimento e fortalecimento do corpo nos primeiros meses de vida.

Diferente dos leites que são comercializados, o leite materno possui anticorpos e glóbulos brancos que ajudam a prevenir infecções e outras doenças, além contar com todas as proteínas, vitaminas, açúcares, água e gordura necessárias para o desenvolvimento saudável de uma criança. 

Esse alimento tão importante proporciona tantos benefícios, que é responsável pela redução em 13% da taxa de mortalidade de crianças com até os cinco anos de idade.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que nenhum pai alimente seu filho com nada que não seja o leite materno, até os seis meses de vida. A partir desse momento é recomendado que a criança consuma outros alimentos complementares, mas que a amamentação continue até os dois anos de idade.

Para os bebês, o Aleitamento Materno: 

  • Proporciona um vínculo afetivo maior entre mãe e filho;
  • Melhora a digestão;
  • Minimiza cólicas; 
  • Previne a diarreia e infecções respiratórias;
  • Previne doenças alérgicas e contagiosas;
  • Reduz o risco do desenvolvimento de doenças, como a doença de Crohn e Linfoma, além de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade;
  • Estimula o desenvolvimento da cavidade bucal;
  • Previne problemas na fala;
  • Ajuda no desenvolvimento da inteligência;
  • Auxilia no crescimento;
  • Melhora a nutrição.

O Aleitamento Materno também oferece benefícios para mães

Sim, as mamães também ganham muito com o Aleitamento Materno. Os principais benefícios à saúde proporcionados por essa prática são:

  • Proporciona um vínculo afetivo maior com a criança;
  • Ajuda a diminuir o sangramento no pós-parto;
  • Auxilia o útero a voltar ao tamanho normal de forma mais rápida;
  • Reduz as chances de desenvolvimento de câncer de mama, ovário e endométrio;
  • Minimiza as chances do desenvolvimento de osteoporose;
  • Previne contra doenças cardiovasculares, como o infarto;
  • Previne anemia;
  • Auxilia na diminuição da ansiedade;
  • Aumenta a segurança emocional;
  • Auxilia a perda de peso.

Quais são os tipos de Aleitamento Materno?

O leite materno atende todas as necessidades nutricionais, imunológicas e psicológicas do bebê, por isso é recomendado como alimento exclusivo até o sexto mês de vida. Contudo, existem vários tipos de aleitamento materno e é importante que conheçamos todos eles. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento pode ser classificado em cinco tipos, sendo eles:

1 – Aleitamento Materno Exclusivo 

Como o próprio nome diz, é quando a criança é alimentada exclusivamente de leite materno, (direto da mama, ordenhado ou de leite humano de outra fonte), sem a ingestão de quaisquer outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes com vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos minerais ou medicamentos pontuais. 

2 – Aleitamento Materno Predominante

Quando a criança ingere água ou outras bebidas à base de água (água adocicada, chás, infusões), como sucos de frutas e fluidos rituais, além do leite materno.  

3 – Aleitamento Materno

Quando a criança recebe leite materno (direto da mama ou ordenhado), independentemente de ser alimentada ou não com outros tipos de alimentos.

4 – Aleitamento Materno Complementado 

Quando a criança recebe outros tipos de alimentos sólidos ou semissólidos além do leite materno, a fim de complementá-lo e não o substituir. 

5 - Alimento Materno Misto ou Parcial 

Quando a criança recebe leite materno e outros tipos de leite. 

Viu como o Aleitamento Materno é importante para a saúde das mães e dos bebês? Por isso, apoie o Agosto Dourado e compartilhe essas informações valiosas com todos que você conhece, quanto mais pessoas souberem dos benefícios da amamentação, melhor será o futuro.

Gostou do nosso conteúdo? Fique de olho em nosso blog. 

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E lembre-se, conte sempre com o Laboratório Exame para realizar os seus exames com eficácia e qualidade. Caso queira agendar o seu, ligue pelo telefone (18) 3622-0011 ou através do WhatsApp (18) 98119-3963.