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Saúde do homem - Exames importantes que todo homem deve fazer periodicamente

Exames preventivos são importantes em todas as idades. Seja você uma pessoa ativa, que pratica atividades físicas regularmente ou mesmo uma com a rotina mais tranquila e monótona, saiba que se prevenir é um dever de todos e garante um futuro mais sadio.

Em diversos países, incluindo o Brasil, o índice de cuidados com a própria saúde por parte da população é moderado, porém as pesquisas apontam um nível bem menor de preocupação em relação às doenças entre o público masculino – fator que preocupa as autoridades de saúde. Um ponto bastante comentado em relação a isso é que a maioria dos homens costumam realizar consultas médicas por influência de familiares ou quando sentem sintomas anormais pelo corpo, raramente se atentando sozinho a essa prática.

Outro ponto é que campanhas públicas e privadas do Brasil, como Outubro Rosa e Novembro Azul, costumam receber maior adesão do público feminino, resultando em números alarmantes para a parcela masculina da população nacional. É estimado que os casos de câncer de próstata em território brasileiro sejam descobertos em estágios avançados por cerca de 35% dos homens. Muitos médicos acreditam que o fator cultural seja o principal impeditivo nesses casos, uma vez que é bastante comum ouvir pessoas dizendo o quanto se importam mais com a saúde de amigos e membros da família do que com a sua própria.

Sabemos que, além da genética, os hábitos exercem grande influência em nossas vidas. Sendo assim, adotar práticas saudáveis aliadas ao acompanhamento médico se torna a principal receita para a longevidade e maior qualidade de vida no futuro.

Precisamos mudar essa cultura, para todos entenderem que prevenção não é uma necessidade exclusiva das mulheres.

 

A importância da prevenção na saúde

A prevenção é importante por colaborar com uma série de benefícios, já que realizar exames de rotina e se atualizar sobre os sintomas relacionados às doenças permite que diagnósticos precoces sejam feitos e também que o tratamento correto seja aplicado a tempo. É possível também que os exames revelem tendências hereditárias ou predisposições a doenças como hipertensão, colesterol alto e diabetes, entre outras. Fique atento!

 

Exames importantes que todo homem deve fazer periodicamente

Para te ajudar nesse processo, traremos dicas de como começar essa nova rotina. Comece agora mesmo a se cuidar melhor e crie um roteiro. Em breve esses hábitos estarão presentes em seu cotidiano de forma natural e você começará a incentivar as pessoas ao seu redor para fazerem o mesmo.

Selecionamos alguns exames clínicos e laboratoriais que os homens devem realizar periodicamente, confira a seguir:

 

1. Exame de próstata

Esse é um dos exames mais temidos e que se tornou um tabu para os homens, mesmo sendo um dos mais necessários. O exame de toque segue sendo muito eficaz na realização de diagnósticos precoces do câncer de próstata.

O exame de toque aliado ao exame PSA (Prostate-Specific Antigens, ou antígenos específicos da próstata em português) servem para detectar precocemente casos de câncer de próstata e até mesmo outras condições, como a hiperplasia prostática benigna e a prostatite. 

O ideal é que homens a partir dos 40 anos comecem a realizar o exame quando há fatores de risco. Caso não haja sinais da doença, os exames podem começar a partir dos 50 anos.

 

2. Níveis de colesterol

Doenças cardiovasculares se desenvolvem nos homens com mais facilidade e um aliado dessas doenças é o colesterol. Sendo assim, é recomendado que os homens realizem exames que identifiquem os níveis de colesterol regularmente. Um simples exame de sangue é capaz de identificar tais níveis.

 

3. Teste de glicemia

Muitas pessoas descobrem que tem diabetes após a doença atingir um grau muito avançado no organismo, já que a mesma não possui sintomas severos e pode acabar passando despercebida,

O mesmo exame de sangue que revela os níveis de colesterol consegue identificar também a glicemia (açúcar) no sangue e realizar um diagnóstico precoce. Após os 20 anos é recomendado realizar, ao menos, um exame de sangue por ano.

 

4. Detecção de DSTs

Pessoas sexualmente ativas, mesmo estando em um relacionamento estável, devem realizar exames de sangue com frequência para identificar possíveis doenças transmissíveis, tal como a Hepatite C e o HIV. Tanto homens quanto mulheres devem se atentar bastante a esse tópico, tomando sempre as medidas mais seguras durante as relações íntimas.

 

5. Colonoscopia

A partir dos 50 anos é ideal que os homens realizem a Colonoscopia, procedimento que busca identificar feridas e outros sinais que possam diagnosticar câncer no reto ou no intestino grosso. O procedimento analisa em detalhes a saúde da mucosa intestinal com o auxílio de um tubo óptico. A introdução do tubo é feita no reto

Caso haja casos de doenças semelhantes na família, é recomendado que o exame seja feito antes mesmo dos 50 anos.

 

6. Exame oftalmológico

Para além dos óculos de grau, os exames oftalmológicos de rotina são essenciais para a vida de qualquer pessoa, da infância até a terceira idade. Existem doenças que são diagnosticadas apenas pelo oftalmologista como descolamento da retina, glaucoma, catarata, hipertensão ocular, etc.

Fique sempre atento ao histórico familiar e aos sintomas que podem surgir durante os anos.

Exames preventivos podem diagnosticar uma série de doenças. Realizando esses exames regularmente, o público masculino pode conquistar uma vida mais longa, feliz e saudável. Pesquisas apontam que os homens brasileiros vivem, em média, alguns anos a menos que as mulheres e apresentam maior incidência de algumas doenças. Esses dados reforçam a importância de uma maior atenção com a saúde do homem, um bem que será feito não só para ele, mas também para toda a comunidade.

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E lembre-se, conte sempre com o Laboratório Exame para realizar os seus exames com eficácia e qualidade. Caso queira agendar o seu, ligue para o telefone (18) 3622-0011 ou através do WhatsApp (18) 98119-3963.

 

LEIA TAMBEM

Quais exames fazer antes de começar a malhar na academia?

A prática de exercícios físicos é uma grande aliada pra mais saúde e qualidade de vida, oferecendo mais disposição, bem-estar, além de prevenir várias doenças.

A matrícula na academia é considerada um passaporte pra uma vida mais saudável, afinal o sedentarismo acarreta em dores, a famosa preguiça, vários problemas de saúde e até o mau humor.

Mas eis que surgem dúvidas: será que posso fazer exercícios? Que exames pra malhar preciso fazer?

Continue a leitura e confira essas informações e muito mais!


Os Exercícios Físicos

Os benefícios da prática de exercícios físicos são comprovados e fundamentais pra melhoria do estilo de vida e funcionamento do organismo, isso independente de sexo e idade.

Movimentar o corpo acelera os batimentos cardíacos, faz suar e libera endorfina e serotonina, conhecidos como hormônios do bem-estar e felicidade. Porém o que preocupa algumas pessoas é se elas estão aptas, se podem fazer exercícios sem problemas e executá-los com segurança.

É recomendado buscar uma avaliação médica, também fazer um check-up antes de começar a treinar, principalmente pessoas com histórico de problemas de saúde, pois os efeitos podem causar alguns problemas. Isso porque em alguns casos, algum exercício pode ser contraindicado ou outros podem precisar ser adaptados de acordo com o perfil da pessoa. Seja a pessoa com cardiopatias já diagnosticadas ou não ou outros problemas como nos ligamentos e tendões dos joelhos, por exemplo.

Exercitar-se é um ato de combate ao sedentarismo e ajuda a garantir o equilíbrio da saúde física e mental.


A Avaliação médica

Antes de iniciar qualquer programa de exercícios e isso serve pra todas as pessoas, o ideal é que seja realizada uma avaliação médica, pois ela é usada pra verificar o estado de saúde da pessoa e se está tudo em ordem pra iniciar os esforços, inclusive a intensidade deles.

Existe uma avaliação chamada de Avaliação Pré-Participação Esportiva ou APP. O objetivo desse exame é identificar alterações estruturais, elétricas e funcionais do coração, pra que assim os exercícios em alta intensidade possam ser executados com segurança.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), esse exame médico sistematizado pode ser aplicado em adultos praticantes regulares de exercícios, de moderada a alta intensidade, inclusive atletas profissionais. Além disso existem o exame físico simples, os exames laboratoriais e outros exames, que são solicitados por médicos cardiologistas.

No Brasil não existe lei federal que regulamente a exigência de exames médicos pra realização de exercícios físicos ou pra ingressar em uma academia, isso cabe aos municípios e até então a maioria deles têm revogado essa obrigatoriedade, isso já acontece no estado de São Paulo, Curitiba, Bahia e Minas Gerais.  No entanto a maioria das academias têm adotado o PAR-Q, um Questionário de Prontidão para Atividade Física.

A desobrigatoriedade de atestados médicos teve como justificava servir de incentivo à pratica de atividade física, mas não deixa de ser muito importante.

O PAR-Q é um conjunto de sete perguntas sobre saúde, que foi desenvolvida pela Sociedade Canadense de Fisiologia do Exercício e é destinado a pessoas com idade entre 15 a 69 anos, que pretendem começar seus treinos. 

Diante das respostas ou caso haja suspeita de alguma doença ou complicação, a academia solicitará encaminhamento a um especialista e a realização de uma avaliação médica. Idades acima de 69 passarão por mais um questionário, envolvendo perguntas sobre problemas ósseos, nas articulações, circulatórios ou cardíacos.

No entanto a avaliação médica com a realização de exames do coração, teste ergométrico e exames laboratoriais garantem uma prática monitorada, mais segura e com mais qualidade no desempenho e resultados, pois consegue suprir as necessidades e respeitar os limites do indivíduo.


Principais exames pra fazer antes de começar a academia 

Muitos chamam de projeto verão, outros praticam por hobby ou paixão, outros precisam por questões de saúde e outros simplesmente por mais qualidade de vida, a questão é que malhar e manter bons hábitos torna o corpo e a mente mais saudáveis.

Assim como saber quais objetivos a pessoa tem e quais resultados ela espera pra que um treino seja montado, é melhor saber como o corpo está e se está preparado pras atividades e pra quais intensidades.

Os principais exames de grande importância a serem realizados antes de iniciar o projeto fitness: 

• Eletrocardiograma (ECG) – identifica alterações no ritmo cardíaco.

• Ecocardiograma – identifica se há alterações na estrutura do coração, uma espécie de ultrassom.

• Colesterol Total e frações – avalia a quantidade de colesterol e seus subtipos.

• Glicemia em jejum – quantidade de açúcar presente no sangue.

• T3, T4 livre e TSH – específicos pra acompanhar a saúde da tireoide, pois níveis elevados de hormônio da tireoide podem levar a arritmia cardíaca, entre outros problemas, já com níveis baixos a pessoa não tolera muito bem o exercício e pode sofrer muitas dores musculares e articulares.

• Teste ergométrico - realizado na esteira, avalia o ritmo do coração durante o exercício, além da capacidade física, com frequência cardíaca e a pressão arterial.

• Exames de sangue (hemograma, glicemia, ureia e creatinina, lipidograma, ácido úrico, etc). – exames com objetivo de analisar o funcionamento dos rins, fígado ou se há sinal de anemia ou deficiência de vitaminas.

• Calorimetria indireta - cálculo do gasto calórico em repouso e durante o esforço).

• Bioimpedância – composição corporal, quantidade de tecido adiposo e muscular.


Laboratório Exame

O Laboratório Exame está em Araçatuba há 25 anos dedicando-se a realizar o melhor trabalho pela sua saúde. Então se você precisa realizar algum exame, como um hemograma, exame de glicemia, colesterol ou um check-up completo, conte com a gente.

Cuide da sua saúde e exercite-se! 

 Entre em contato e agende já seus exames.

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A importância e benefícios do Leite para nossa saúde

Para uma boa saúde é necessária uma alimentação equilibrada, composta por alimentos naturais, ricos em vitaminas e o leite é um dos itens de topo nessa lista, pois é uma rica fonte de nutrientes, cheio de benefícios, presente como alimento em várias culturas.

O leite é considerado uma das bebidas mais consumidas no mundo, além claro, de seus derivados compondo um cardápio saudável, saboroso e rico em cálcio. 

Continue a leitura e confira mais sobre esse importante e também polêmico alimento. 


O Leite, seus tipos e versões


O leite é uma bebida produzida pelos mamíferos, de cor esbranquiçada e repleto de nutrientes, ou seja, é muito importante para nossa saúde, fortalecendo nosso sistema imunológico, proporcionando proteção contra inflamações, toxinas e micro-organismos.

É uma bebida rica em proteínas, vitaminas e minerais, como Vitamina A, B2, B6, B12, C, D, E e K, cálcio, carboidrato, zinco, ferro, fósforo, selênio, potássio e magnésio.

É composto por água, caseína que abriga 80% das proteínas do leite, gorduras, carboidratos, vitaminas, lactose, enzimas, entre outras substâncias.

O leite é o primeiro alimento que ingerimos na vida, aliás o leite materno é indispensável para a saúde do bebê também faz bem a mamãe. Depois então é introduzido na alimentação o leite de vaca e/ ou os especiais determinados por idade e recomendados pelos médicos, como complemento.

O leite então passa a fazer parte da alimentação, estando presente in natura, em pratos, bebidas e seus derivados, como queijo, iogurtes, requeijão, leite condensado e muito mais. O ser humano inclusive é o único mamífero que continua bebendo leite depois de adulto e isso por algum tempo foi alvo de críticas e certa polêmica, mas que por fim foram confirmados seus benefícios e é ótimo que assim continue.

Existem vários tipos de leite para consumo, desde o tradicional leite de vaca, aos mais exóticos como o de búfala. Além disso o leite pode passar por vários processos, dando origem a suas várias versões, desde como é envasado, armazenado e conservado. Confira abaixo:


• Pasteurizado


O leite de vaca industrializado e pasteurizado é considerado o leite fresco e é classificado como Tipos A, B e C. A diferença entre eles é a forma de ordenha, procedência e processo de pasteurização.

*Tipo A – O processo de ordenha é mecânica, desta forma apresenta menor concentração de micro-organismos e possui mais gordura que proteínas. Então ele é encaminhado para um tanque onde é aquecido e logo após resfriado.

*Tipo B – O processo de extração do leite é mecanizada ou manual, além de poder misturar leites de rebanhos diferentes. Antes de ser pasteurizado, ele pode ser armazenado congelado por até 48 horas. Possui uma certa concentração de micro-organismos por ml, mas para receber o título de tipo B há um limite máximo bacteriano.

*Tipo C - O processo de extração do leite é mecanizada ou manual, além de poder misturar leites de rebanhos diferentes também, assim como o Tipo B. Porém não há prévio processo de refrigeração, indo direto para a pasteurização e envase. Possui maior concentração de micro-organismos por ml (mililitros), por isso é recomendado que seja fervido antes do consumo.


• Longa Vida – UHT (Temperaturas Ultra-altas)


O leite longa vida, o famoso leite de caixinha, que passa pelo processo de Ultrapasteurização, sendo aquecido de 130 a 150ºC e depois é resfriado, destruindo qualquer micro-organismo, mas não sua concentração de proteínas, mantendo seu valor nutricional. Não leva adição de conservantes.

É chamado de longa vida, pois tem maior durabilidade, com validade estendida, podendo durar até 4 meses, sem precisar de resfriamento, apenas após embalagem aberta. Nele geralmente é adicionado estabilizantes, como o citrato de sódio. Após embalagem aberta o consumo recomendado é de até 3 dias.

O leite longa vida também apresenta tipos e sua diferença está na concentração de gordura. São eles:

*Integral – Possui cerca de 3% de gordura, o que mantem preservada a concentração de Vitamina A, B2, B12, C, D, E, K,que são lipossolúveis, zinco e potássio. 

Cada copo de 200ml de leite integral possui 120 calorias, concentrando 240 mg de cálcio.

*Semidesnatado – Possui de 0,6% a 2,9% de gordura, cerca de 1,2 e 5,8 gramas por copo de 200 ml. Possui 85 calorias.

*Desnatado – Possui menor concentração de gordura, sendo menos de 0,5%, cerca de no máximo 1 grama por copo de 200 ml. Mas perde o poder das vitaminas, sendo recomendado inclusive pelo Ministério da Saúde adicionar nutrientes à bebida. Possui 60 calorias.

Além desses, entraram para a família leites especiais:

*Sem Lactose – leite desenvolvido e destinado às pessoas com intolerância à lactose (principal carboidrato que dá gosto adocicado ao leite).

Possui todos os nutrientes e substâncias que contém no leite integral, assim como seus benefícios.

*Fortificado – leite enriquecido com vitaminas e minerais, uma nova versão que chegou ao mercado. É recomendado para dietas que necessitem de níveis mais baixos de gordura ou para fortalecimento dos ossos, pois são suplementados com Vitamina D e cálcio. Isso porque quando o leite passa pelo processo de tratamento térmico e resfriamento para manter suas características básicas, ele perde alguns nutrientes, principalmente do complexo B, assim essa versão suplementada ganhou seu espaço. 

*Em pó – leite submetido aos tratamentos de concentração e secagem, passando pela temperatura de aproximadamente 72ºC. É o leite de vaca obtido por desidratação, podendo ser o integral, semidesnatado ou desnatado. O leite em pó integral possui teor de gordura de 26% ou mais, o semidesnatado entre 1,5% a 25,9%, já o desnatado é menor que 1,5%.

*Leite de Cabra – possui as mesmas propriedades vitamínicas iguais ao leite de vaca, porém com menor concentração de lactose, tornando-se de mais fácil digestão e uma ótima opção para quem tem intolerância leve. Sua versão integral possui 120 calorias em copo de 200ml, já a light apenas 60 calorias.

*Leite de Búfala – é considerado um leite especial, com 15% mais proteína, 59% mais cálcio, 65% mais ferro, maior de Vitaminas, A, B2, C e D, 5% a 6% mais de gordura e assim mais calorias, porém com 33% menos colesterol.

Há ainda as versões de leite vegetal, livres de colesterol.

Principais Leites Vegetais:

*Leite de Soja – possui pouca gordura e é muito nutritivo. É rico em fibras, proteínas, carboidratos, minerais, vitaminas A, do complexo B, potássio e isoflavonas. Pode ser adicionado cálcio. Além disso ajuda a aliviar os sintomas da menopausa. Possui cerca de 108 calorias em um copo de 200ml.

*Leite de Amêndoas – é um leite de baixo índice glicêmico, que possui menos calorias, gordura e proteínas comparado ao leite de vaca. Naturalmente rico em minerais, fibras, cálcio, potássio, magnésio, zinco, cobre, fósforo e vitaminas do complexo B, principalmente a Vitamina E.

*Leite de Aveia - bastante nutritivo, conhecido por sua cremosidade, é mais calórico que os outros leites vegetais, mas com teor um pouco maior de proteínas. Também é rico em vitaminas como a E, complexo B, minerais como cálcio, cobre, zinco, potássio, manganês, magnésio, ácidos graxos, ferro, carboidratos e fibras.

*Leite de Nozes – nutritivo, com alto teor de antioxidantes e rica fonte de Vitamina E, ácidos graxos ômega 3 e 6, selênio, zinco e magnésio. Naturalmente mais adocicado é perfeito para preparar receitas de bolos e tortas.

*Leite de Arroz – de origem cereal, mais leve, sem glúten e com menor quantidades de calorias. Rico também em Vitaminas do complexo B, carboidratos, minerais e triptofano, aminoácido essencial para formar a serotonina. Possui mais micronutrientes que o leite de vaca, mas menos proteínas e sem a presença de gorduras saturadas.

*Leite de Coco - leite vegetal rico em gordura boa, que é transformada em energia, também em Vitaminas C, B1, B3, B5 e B6, minerais como cálcio, ferro, potássio, selênio, zinco, magnésio e fósforo, além de proteína, arginina e ácido láurico. Ajuda no combate de infecções, controlar índices do colesterol ruim e promove saciedade. É mais doce perfeito para preparação de mingaus, smoothies e sorvetes. Excelente para saúde da pele e dos cabelos.

*Leite de Quinoa – rico em fibras, cálcio, fósforo, zinco, ferro, potássio, magnésio, vitaminas A, do complexo B, C e E, além de ômega 3 e 6. Possui pouca gordura, contém aminoácidos lisina e metionina, além disso, possui mais proteína que os outros leites vegetais. Ajuda na absorção da glicose, proporciona sensação de saciedade, auxilia no emagrecimento e é muito benéfico para o sistema digestivo.


A importância e os Benefícios do Leite


O leite é uma rica fonte de cálcio e uma das mais populares no cardápio. Daí a importância do seu consumo, além claro de ser delicioso, versátil, prático, com todas as suas propriedades e equilíbrio nutricional. Possui teor de 90% água, no qual os nutrientes estão diluídos, garantindo um melhor teor nutricional, do que estes isolados, além de proporcionar hidratação corporal.

Aliás, o cálcio é um mineral fundamental para o metabolismo dos ossos e dentes, além de ser essencial no funcionamento do nosso corpo, como na coagulação sanguínea e oxigenação dos tecidos, também ajuda a manter o equilíbrio da quantidade de ferro no organismo, funcionamento normal do cérebro, músculos e coração.

Na infância e adolescência o consumo de cálcio é muito importante para o processo apropriado de crescimento, já para adultos e idosos o consumo tem como principal papel manter a estabilidade, compensando suas perdas diárias desse mineral que é abundante no nosso corpo, mas que com o tempo vai diminuindo.

O leite é uma bebida que apresenta propriedades essenciais à saúde, confira os principais benefícios do leite integral:

• Fortalece os ossos

• Favorece a saúde dos dentes

• Previne a osteoporose

• Previne a obesidade

• Ajuda no processo de emagrecimento

• Ajuda na redução da pressão arterial

• Previne a Diabetes tipo 2

• Auxilia no crescimento

• Ajuda a ganhar massa muscular

• Melhora a flora intestinal

• Melhora o funcionamento do sistema nervoso

• Reduz o estresse

• Auxilia na qualidade do sono


Recomendações


Segundo a OMS as recomendações de consumo de cálcio variam de 400mg a 700mg por dia nos primeiros anos de vida, de 1 a 3 anos. De 4 a 8 anos é de 1.000mg. Na adolescência, de 9 a 18 anos o indicado é de 1.300mg por dia, para adultos de 19 a 70 anos é de 1.000mg por dia e para idosos de 71 anos ou mais é de 1.200mg.

Vale lembrar que até no mínimo 6 meses de idade o ideal é que o bebê tenha como alimento o leite materno, podendo continuar até os 2 anos, associado com alimentação, como papinhas, frutas e sucos.

Para atingir a quantidade de cálcio recomendada, o consumo de leite é ideal, mas também pode variar com outras opções de cardápio com alimentos também ricos em cálcio e outros nutrientes, como brócolis, espinafre, sardinha, além de derivados do leite, isso todos os dias.

O consumo do leite é fundamental na infância e também na adolescência, pois é quando a densidade óssea está em desenvolvimento e nessas fases é necessário ingerir boas quantidades de cálcio. Se houver ausência do consumo de leite, o ideal é que haja outras fontes de cálcio, diminuindo as chances de osteoporose futuros.

Na fase adulta o ideal é continuar o consumo de leite, isso porque uma dieta sem leite ou nenhum laticínio, acaba sendo em sua maioria deficiente de cálcio. Lembrando que o envelhecimento reduz a produção de tecido ósseo, comprometendo sua estrutura, podendo acontecer mais facilmente fraturas e a osteoporose.

Os idosos precisam de uma dose elevada de cálcio, pois acima dos 65 anos esse mineral é reduzido, sendo então recomendado o equivalente a 6 copos de leite para suprir as necessidades do organismo. Mas claro, podendo variar entre outros alimentos ricos em cálcio.

Para mulheres na menopausa é muito importante também manter o cálcio em dia, pois nessa fase da vida é quando a estrutura óssea fica mais frágil, com a falta do estrógeno, hormônio que permite a captação do cálcio pelos ossos, que vai se reduzindo e aumentado o risco de desenvolver a osteoporose, doença mais comum nas mulheres.

Mas atenção, como tudo na vida não se deve exagerar, pois o consumo de leite em excesso desenvolve riscos, como ganho de peso. Então aproveite essa delícia com moderação, seja em combinações, em pratos diferentes ou seus derivados. 


Laboratório Exame


E se você está em dúvida se tem ou não intolerância à lactose, procure um médico. E claro, para realizar seu exame conte com o Laboratório Exame!

O teste é simples: é realizado através de amostras de sangue ou de fezes.

Fale conosco ligando no telefone (18) 3622-0011 ou através do WhatsApp (18) 98119-3963.


Diabético pode comer chocolate?

Que o Chocolate é uma delícia, isso é uma certeza, mas existe uma dúvida constante para quem é diabético. Afinal, pode comer ou não?

 

O Chocolate tem certa fama de vilão, devido as suas calorias, açúcares e considerado um perigo para os diabéticos, mas pode ser o mocinho da história se ela for contada direito e ele consumido da forma correta. E é sobre isso que vamos falar, continue a leitura e descubra!

 

 

Pode ou não pode?

 

E a resposta é sim!

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, alimentos doces podem ser consumidos desde que estejam dentro plano alimentar. Ou seja, pré-diabético ou diabético já diagnosticado podem comer pequenas porções de chocolate.

O recomendado é consumir até 25 a no máximo 30 gramas de chocolate por dia.

 

O ideal é procurar ajuda de especialistas, como acompanhamento médico e de nutricionista e claro bom senso.

 

 

O Chocolate

 

O Chocolate tem sua origem na Mesoamérica antiga, atual México, em que o povo Omelca, uma das primeiras civilizações da América Latina, cultivava a árvore do cacau e transformaram o cacau em uma bebida. Bebida essa que também era usada pelos Maias, que assim como eles, além dos Astecas, acreditavam que o fruto era designado pelos deuses e era usado em celebrações religiosas em forma de bebida, por sinal bastante amarga.

 

O botânico sueco Carlos Lineu nomeou a árvore de cacau como Theobroma Cacao, que traduzido do grego significa: alimento divino. 

 

A bebida de cacau foi então levada pelo espanhol Fernando Cortez à Europa, onde os espanhóis acabaram tirando as especiarias que eram utilizadas junto ao cacau e incluído o açúcar ou mel, tornando a bebida doce. Já final do século XVII, o chocolate foi conquistando a Europa: Itália, França, chegando à Inglaterra.

 

Por muito tempo a bebida foi exclusividade dos nobres e religiosos, até ganhar popularidade e conquistar muitos apaixonados pelo mundo. O cacau tornou-se tão importante, que virou até moeda de troca. Mas foi com a Revolução Industrial que a produção de chocolate foi intensificada, tornando mais acessível e popular.

 

No Brasil o cacau chegou em forma de sementes, em 1746 como um presente de um francês ao fazendeiro Antônio Dias Ribeiro do sul da Bahia. O clima favoreceu o cultivo e tornou-se abundante na região. O país chegou a ser o segundo maior produtor de chocolate do mundo, mas atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking.

 

Curiosidades: 

  • Apesar da origem do cacau ser na América Latina e ter grande produção na Bacia do Rio Amazonas, a maior concentração da produção está na Costa do Marfim na África.
  • Existe inclusive uma data comemorativa para o conhecido “ouro negro”, a teoria é que o dia 7 de julho foi escolhido para ser o dia Mundial do Chocolate, por ser nesse dia a sua chegada na Europa, por volta do século XV.

 

Com o passar do tempo o chocolate foi se transformando e graças à evolução, com novas máquinas, aconteceram inovações como a manteiga de cacau, o cacau em pó e depois foram sendo adicionados sais alcalinos, água, deixando o sabor mais suave, menos amargo, mais cremoso e saboroso, dando origem inclusive a novos tipos de chocolate.

 

 

Tipos de Chocolate

 

 

Com a divisão do pó e da manteiga de cacau abriram-se novas possibilidades, o s então produtores de café puderam criar novos sabores de chocolate, tipos como o chocolate branco e o chocolate ao leite.

 

  • Chocolate Branco: produzido através da manteiga de cacau, leite em pó e açúcar, possui cerca de 20% de manteiga de cacau e de fato não é considerado Chocolate, isso porque não possui cacau em sua receita. A quantidade de açúcar geralmente é maior que os demais tipos, isto é, são mais doces, mesmo no caso do tipo zero açúcar é mais doce, pois levam bastante adoçante.

 

Ou seja, é pouco nutritivo e mais complicado para os diabéticos, devido a concentração de açúcar/adoçante.

 

  • Chocolate ao Leite: produzido através da mistura de liquor de cacau (o produto resultante do processo de separação dos sólidos, das gorduras da amêndoa de cacau) e leite em pó e açúcar. Geralmente possui cerca de 30% de cacau, os 70% restantes são compostos por açúcar, manteiga de cacau, leite, soro lácteo, emulsificante e aromas.

 

É um chocolate mais suave, doce e macio, devido à adição de leite e claro deve ser consumido com moderação pelos diabéticos, assim como por quem não é, afinal muito açúcar não faz bem à saúde de ninguém.

 

  • Chocolate Meio Amargo: produzidos através dos grãos de cacau torrados, sem adição de leite e pouca de açúcar. Possuem cerca de 35 a 50% de cacau.

 

São considerados mais saudáveis, contribuem com a diminuição dos níveis do colesterol ruim (LDL) e da pressão arterial, além de oferecer o poder dos antioxidantes.

Além dele, ainda existem versões consideradas mais fortes, com maior concentração de cacau:

 

  • Chocolate Amargo: Possuem cerca de 50 a 75% de cacau.


  • Chocolate Extra Amargo: Possuem cerca de 75 a 85% de cacau.

Ou seja, quanto maior a porcentagem de cacau, mais saudável o chocolate é considerado, claro também com menor adição de açúcar, sendo ideal também para diabéticos e com benefícios para todos que o consomem.

 

  • Chocolate Diet: produzido através da massa e da manteiga de cacau, leite em pó e adoçantes (sorbitol, sacarina, sucralose, aspartame). Não possui açúcar em sua receita, no entanto apresenta alto teor de gordura.

 

Ou seja, para os diabéticos não necessariamente é preciso consumir o Chocolate Diet, pois este apesar de apresentar ausência de açúcar, também contém frutose, que pode aumentar os níveis de glicemia, além de alto teor de gordura, que aumenta o risco de colesterol LDL (ruim), ou seja, nada de exagero!

 

 

Importante: não há um chocolate mais indicado para pessoas com diabetes, mas uma boa alternativa são os meio amargos, amargos e extra amargos, que são mais nutritivos e ricos em substâncias que ajudam o controle da pressão arterial e ajudam no aumento do colesterol HDL (bom), além de vários outros benefícios.

Aproveite com moderação!

 

 

Benefícios do Chocolate

 

O Chocolate é uma delícia com muitos benefícios, presentes especialmente no Chocolate Amargo e Meio Amargo, isso graças à maior concentração de cacau. Confira os principais:

  • Melhora a saúde do coração; 
  • Estimula o sistema nervoso central e os músculos cardíacos – Possui teobromina, substância com ação semelhante à cafeína;
  • Aumenta a sensação de bem-estar e bom humor;
  • Ajuda a reduzir a pressão arterial e melhorar a circulação sanguínea;
  • Aumenta o colesterol bom – HDL;
  • Melhora a função cerebral;
  • Protege a pele do sol – os compostos bioativos como os flavonoides, protegem a pele contra os danos da radiação UV;
  • Oferece saciedade, diminuído a fome;
  • Aumenta a sensibilidade à insulina.

Além desses benefícios pode se dizer que Chocolate é sinônimo de felicidade, isso porque possui altos índices de serotonina. Lembrando que é rico em flavonoides, que são antioxidantes e anti-inflamatórios naturais.

É importante destacar que o Chocolate na versão meio amargo, amargo ou maiores teores de cacau são as versões que podem ajudar a melhorar vários fatores na saúde, como os benefícios citados acima e que ajuda os diabéticos.

Exemplo 1 Barra de Chocolate Amargo (de 70 a 85%) contém cerca de 600 calorias, quantidades moderadas de açúcar e possui:

  • 11g de fibras
  • 67% de ferro diário recomendado
  • 58% de Magnésio diário recomendado
  • 89% de Cobre diário recomendado
  • 98% de Manganês diário recomendado
  • Rico em potássio, fósforo, zinco e selênio

Os diabéticos apresentam excesso de glicose no sangue, que é tóxico para todas as células, pois aumentam a oxidação celular e a formação de radicais livres, processo esse que está ligado à inflamação dos tecidos do corpo e o Chocolate Amargo é um grande aliado. Um aliado por ter vários benefícios claro e por sua grande variedade de poderosos antioxidantes, do que é encontrado em outros alimentos.

Para pessoas com Diabetes Tipo II, o consumo diário de Chocolate Amargo (20g) é rico em polifenóis, ajudando a aumentar a sensibilidade à insulina. 

Eis que o vilão das dietas tem ganhado espaço como bom menino, claro quando consumido moderadamente pode oferecer prazer e qualidade de vida.

Então aproveite um chocolatinho diariamente!

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